quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Coluna do Santos F.C.

Por: Gerson Pepe

Santos perde clássico no Pacaembu
Medo de vencer tira mais três pontos do Peixe
O Santos não conseguiu ficar na frente em mais uma partida importante deste Campeonato Brasileiro. Em um jogo equilibrado e fraco tecnicamente, com um Peixe sem vontade de atacar e doido para "achar um gol de bola parada", o time treinado por Vanderlei Luxemburgo mais uma vez mostrou que não quer chegar perto da zona de Libertadores. Se tivesse vencido e chegado aos 35 pontos, o Santos ultrapassaria o Corinthians e ficaria temporariamente na 5ª posição do Campeonato, tendo que torcer para uma combinação de resultados para se manter no posto.

O árbitro Guilherme Cereta foi figura notada na partida, com um péssimo trabalho e dando aos santistas a clara impressão de que, na dúvida, o apito soava pró-Corinthians.

Com a derrota, continuamos na 10ª posição. E como não jogaremos no final de semana, teremos que torcer para que nenhum time nos ultrapasse e para que outros lá de baixo não encostem no Peixe.

O Santos só volta a atuar no dia 13 de setembro contra o Santo André, na Vila Belmiro. Serão dez dias para corrigir rotas, treinar o time e tentar recomeçar esse período de recuperação. Que parece que nunca terá continuidade.

O jogo
O Santos entrou no clássico querendo o contra-ataque. Conseguiu alguns lances bons, como o cruzamento de George Lucas, aos 12 minutos, e outro de Léo, dois minutos depois. Mas o domínio na partida era do rival, até porque o Peixe contava com Róbson, que mal tocou na bola e não conseguiu produzir quase nada de bom.

Felipe trabalhou bem quando acionado, Eli Sabiá vivia momentos de instabilidade e o raçudo Fabão chegou a levar cotovelada maldosa de Dentinho, que foi ignorada pelo árbitro.

No segundo tempo, mudança no Santos. Neymar, como era esperado entrou no time. Mas Luxa sacou Mádson ao invés do improdutivo Róbson, coisa que poucos entenderam.

Com sorte, o Santos achou seu gol aos seis minutos. Cruzamento de George Lucas para Eli Sabiá tirar do goleiro. A bola ainda bateu em Chicão, que estava em cima da linha tentando tirar a bola.

O Peixe ensaiou dominar a partida. Luxa tirou Emerson, cansado e que vinha fazendo boa partida, e colocou Pará. Depois tirou Róbson e colocou Germano. Neymar mostrava futebol insinuante e mais uma vez nos colocava a dúvida: como não é titular?

Felipe continuava fazendo grandes defesas, inclusive na cabeçada certeira de Paulo André. Mas milagre ele não poderia fazer.

A virada corintiana começou aos 31 minutos, quando o ímpeto do time já nem era tão grande. Aos 33, após cruzamento para a área, Paulo André cabeceou bem, a bola bateu na trave e sobrou para Bill empatar.

E aos 44, Elias cobrou falta sobre a área e Chicão, de cabeça, garantiu a vitória dos rivais.

Agora é buscar 6 pontos em 2 jogos consecutivos na Vila Belmiro: Santo André e Botafogo respectivamente, acorda Santos!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Coluna do Palmeiras

O medo de perder, tira a vontade de ganhar.

A tarde ensolarada de Domingo era perfeita para um grande jogo, o qual era esperado pela grande campeonato dos dois times até o momento, mas o grande jogo ficou de lado, pois a preocupação em faturar o campeonato pesou.
O choque rei, o modo como este tradicional clássico paulista foi apelidado valia muita coisa para ambos os times, o São Paulo mandante da partida e com 90% da carga dos ingressos queria encostar, o visitante Palmeiras queria disparar.
Com o futebol apresentado, os dois ficaram querendo, porque o empate não alterou a situação de ninguém, porém quem saiu no lucro foi o Palmeiras que historicamente adora perder para o tricolor no Morumbi e além disso se manteve na ponta da tabela e com vantagem.
O time alvi verde infelizmente jogou para conseguir apenas o empate, depois de um primeiro tempo com mais posse de bola e marcação forte no campo de defesa tricolor, o segundo tempo o time se trancou e como sempre não aproveitou os contra- ataques, que é valido lembrar foram todos feitos com o freio de mão puxado.
Os donos da casa levaram mais perigo ao gol durante o jogo todo, fizeram uma pressão na segunda etapa com muito mais volume do que qualidade, talvez se Marlos tivesse entrado no jogo seria diferente.
Com esse panorama, quem brilhou foram os dois personagens históricos do clássico, os dois goleiros que despensam comentários e as torcidas que fizeram um bonito espetáculo.
Mas o tal jogão ou até a volta ao passado nos duelos de São Paulo X Palmeiras do início dos anos noventa ficaram no passado mesmo.

O matador retorna para casa.

Depois de cinco anos jogando pelo CSKA da Rússia, o atacante Wáger Love volta para o Verdão, time que o revelou e lançou ao cenário nacional e internacional.
Love fez apenas um jogo em 2002, o ano do rebaixamento palmeirense, ainda foi aproveitado em na Copa São Paulo do ano seguinte, onde com brilhantismo guiou o alvi verde até a final que foi perdida para o Santo André nos penaltis.
Até o mês de Abril o time que teria a missão de voltar a divisão de elite do futebol chegou as semi finais do Estadual, mas o jogo que mudou o rumo do time naquele ano foi uma sonora goleada, uma verdadeira surra Palmeiras 7 x 2 Vitória.
Após muitos protestos e confusão, o verdão foi simplesmente cumprir tabela no Barradão, colocou um time cheio de garotos, que honraram a camisa e venceram os baianos por 3X1.
Esses garotos foram a chave e o time da volta do Palmeiras, entre eles Love, o goleador daquela emocionante campanha, que pintava de verde o Palestra, aos sábados.
De volta a elite, Love ficou até Julho, naquele momento era um dos melhores atacantes do cenário nacional junto com Luís Fabiano e Robinho.
Bem vindo de volta Love e faz o que você sabe fazer, ou seja gols.

Por Renan Pucci
Saudaçãoes Palestrinas.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Coluna do Inter

Internacional X Goiás


Marquinhos, o nome do jogo!

Naquele domingo modorrento de ontem, trinta mil colorados rumaram ao Beira Rio para ver o Internacional enfrentar o Goiás. Com certeza muita gente queria ver e homenagear o ex-capitão colorado que estrearia com a camisa verde naquela tarde. E Fernandão foi muito aplaudido quando seu nome soou na escalação do Goiás, assim como Iarley.

Entretanto, diferente de Iarley, que acenou ao ouvir seu nome gritado das arquibancadas, Fernandão se conteve e nem ao menos fez menção de ir comprimentar seus antigos companheiros, eles que vieram ao seu encontro.


O jogo começa e logo fica claro qual é o melhor time em campo. Em poucos minutos o Inter toma todo o campo e abre o placar em um lindo gol da mais nova promessa colorada: Marquinhos. Antes do segundo gol, perto dos 12 minutos, um lance inacreditável, que só pude conferir melhor ao chegar em casa: Fernandão expulso. Não condiz com a atitude que o nosso ex-capitão costumava ter ao jogar com a nossa camisa.


Os mais sonhadores afirmam que foi por gosto, Fernandão não estava conseguindo jogar contra nós. Os mais cornetas afirmam que ele sentiu a pressão do Colorado e não queria passar vergonha. Eu, por outro lado, acredito que foi uma jogada infeliz do meia atacante, embora, no fundo, acho que alguma coisa no emocional possa ter mexido. Sem mais.

Com um jogador a menos, o baile estava pronto pra começar. Poucos minutos depois, quando Fernandão provavelmente ainda descia as escadas rumo aos chuveiros, o nosso atual capitão marca o segundo gol da partida. Guiñazu! A torcida comemora seu gol como um título, porque, convenhamos, ele merece.


O show continua e o Inter vai aproveitando todas as chances. Com dois gols de vantagem, pasmem, Tite não retranca o time, e continua atacando. E não é que, como todos os torcedores já sabiam, deu resultado? Fica a fica hem Tite.




Chegando bastante pelas laterais - atuação de arrepiar do lateral Danilo - o time colorado mostrava a qualidade dos seus jogadores que estavam em campo: Marquinhos surpreendeu todos nas arquibancadas; Giuliano criou muito e mereceu ser o marcador do terceiro gol colorado! Fabiano Eller jogou muito, mostrando a que veio e obrigando Índio a correr atrás do seu espaço e fazer uma partida fantástica também. Kléber se movimentou muito bem e marcou com categoria o quarto e último gol da goleada de domingo; Edu, embora não tenha atuado em todo o jogo, foi bastante bem, podendo, ainda, melhorar para buscar a titularidade!


Enfim, todo o time está de parabéns!




4x0 para o Internacional. 3 pontos fundamentais. E subindo!




Agora, quarta-feira, enfrentaremos o Atlético-MG, em casa novamente! Jogo atrasado. 3 pontos FUNDAMENTAIS para encostar no Palmeiras!




Se o nosso querido técnico manter essa postura dentro de campo, não retraindo e desistindo de atacar tão cedo, poderemos, sim, correr atrás dessa taça! Temos time pra isso!




Saudações coloradas!




Por,




Raquel Saliba

Coluna do Santos F.C.

Por: Gerson Pepe

Santos bate o "virtual rebaixado" Flu na Vila

Vitória foi construída com gols de André e Ganso, em bons passes de George Lucas
Neste domingo, na Vila Belmiro, o Santos venceu o Fluminense por 2 a 0 com gols dos garotos André e Paulo Ganso em jogadas de bolas paradas bem executadas por George Lucas. Com mais uma vitória na competição, o Santos chega a 32 pontos, e pode terminar a rodada com apenas dois pontos atrás da zona de classificação para a Copa Libertadores.

Como manda o figurino, jogando em casa o time santista foi pra cima do Fluminense e com um minuto, o garoto André já perdia sua primeira chance em cruzamento de Madson. Na base da pressão o
Santos chegava com perigo, e aos quatro Domingos cabeceou forte para a boa defesa de Rafael. Ainda neste ritmo, de novo André desperdiçou bola difícil de aproveitar, após outro cruzamento de Madson, desta vez pela direita.

Após as primeiras tentativas frustradas do time da Vila Belmiro, o Fluminense conseguiu fechar bem a defesa e segurar o ímpeto santista. Com isso a partida ficou mais equilibrada e muito disputada no meio de campo, sem que o setor de criação de ambas as equipes sobressaíssem. Os cariocas chegavam principalmente em jogadas de bola parada, pelo alto, todas neutralizadas ora por Felipe, ora pela defesa.

O jogo só voltou a ter emoção aos 37 minutos da primeira etapa, quando Paulo Ganso lançou Germano que em alta velocidade, pela esquerda, adentrou a área e foi derrubado por Fabinho. O árbitro, porém, ignorou a penalidade. Quando o primeiro tempo parecia caminhar para um empate sem gols, George Lucas cruzou na medida, para André, desta vez aproveitar e marcar, de cabeça: 1 a 0.

Com isso, apesar de ter forçado o jogo somente nos primeiros dez minutos, o placar de 1 a 0 fazia justiça, especialmente pelo pênalti não marcado sob Germano. Para o segundo tempo, a novidade de Vanderlei Luxemburgo foi a entrada do volante Alan Bahia no lugar do até então capitão santista, Emerson.

Desesperado com a lanterna, o Fluminense se atirou pra cima do Santos, dominando completamente a partida nos primeiros quinze minutos da segunda etapa. Com seguidas cobranças de escanteio, os cariocas assustaram duas vezes. Primeiro, aos quatro minutos, quando Luiz Alberto escorou, Diogo deu uma bicicleta e Germano salvou em cima da linha. Aos 11, Gum, na segunda trave, subiu com liberdade, mas cabeceou pra fora.

O Santos não acertava em campo, e nem tampouco conseguia puxar contra ataques, em grande parte, devido à má jornada de Germano. Aos 18, Kiesa e aos 21 minutos, Roni assustaram a defesa santista, com boas oportunidades, mas não tiveram sucesso com as finalizações. Apenas o time de Renato Gaúcho tinha a posse de bola e isso irritou a torcida santista que vaiava. Luxa, porém, não mexeu no meio de campo, e sim no ataque. Saiu André para a entrada de Neymar.

Pouco depois, porém, Luxa mexeu no meio de campo, mas tirando o garoto Alan, que havia entrado no intervalo. A Vila Belmiro, em peso, vaiou o garoto.
Coincidência, ou não, o time se acertou e aos 29 minutos George Lucas colocou outra bola com perfeição dentro da área e Paulo Ganso, o justo, de costas para o gol desviou para ampliar o placar. Na comemoração correu para o banco de reservas, abraçou Alan, e pediu aplausos da torcida para o jovem que de fato não entrou bem.

Com vantagem de dois gols no placar, o Santos passou a tocar melhor a bola, com direito a jogadas de efeito, como invertidas de jogo e lindo chapéu de Léo. Ao mesmo tempo, o Fluminense baixou o ritmo de jogo, panorama que se modificou a partir dos 36 minutos. Refeito do segundo gol santista, mas ainda desesperado, o Fluminense voltou a atacar, mas dava espaços para o contra ataque santista.

Contudo, nem o Fluminense atacando, e nem o Santos respondendo, conseguiram assustar os goleiros adversários e o resultado se manteve na Vila Belmiro.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Coluna do Santos F.C.

Santos mantém tabu, mas fica no empate contra o Inter
Time santista chegou a fazer 2 a 0, sofreu a virada e conseguiu o empate

Em um dos melhores jogos deste equilibrado Campeonato Brasileiro, Santos e Internacional empataram por 3 a 3 na Vila Belmiro em noite dos artilheiros Alecsandro e Kleber Pereira. O primeiro marcou os três da sua equipe, e o segundo, balançou a rede em duas oportunidades .

O Santos nem começou tão bem o eletrizante primeiro tempo, tanto que logo aos três minutos Andrezinho bateu cruzado e Felipe já trabalhou. Na sequência, a equipe santista não conseguia pressionar e ainda dava muito espaços para o Internacional contra atacar.

No entanto, no primeiro apagão do time colorado, o da Vila soube aproveitar. Bolívar cabeceou errado e Madson ficou com a bola na frente de Lauro. O baixinho camisa dez não perdoou e aos 13 minutos abria o placar. Surpreendentemente, dois minutos mais tarde, Kleber Pereira recebeu na esquerda, cortou o zagueiro e bateu de esquerda, no alto, para ampliar.

Após fazer 2 a 0, o jogo se desenhava para uma goleada santista, pois logo aos 18 minutos, Madson teve nova oportunidade e desta vez tentou encobrir Lauro que com um leve toque jogou a bola pra escanteio. No minuto seguinte, Robson quase conseguiu aparecer na frente de Lauro, mas Sorondo foi mais esperto.

O Santos começava, porém, a desdenhar a aparente facilidade da partida, fato que rendeu bronca de Vanderlei Luxemburgo. Tal qual um profeta, aos 24 minutos Taison escapou com muita velocidade pela esquerda e cruzou para Alecsandro, sem goleiro, apenas empurrar para o gol.

Assim como o Santos, o Inter soube se aproveitar do mau momento do adversário, e dois minutos após diminuir, empatou. Kleber cobrou falta da esquerda na cabeça do mesmo Alecsandro, que se antecipou ao goleiro Felipe para marcar. O que parecia ser uma goleada santista virava mais uma vez na Vila Belmiro, um pesadelo.

Com o empate, a partida esfriou. Mas aos poucos o Santos voltou a ter o domínio das ações. Aos 31, chutando de fora da área, Paulo Ganso assustou Lauro. Aos 39, de novo Ganso, em novo chute de fora, tornou assustar o goleiro adversário. De tanto se assustar, Lauro teve de trabalhar no minuto seguinte, quando Léo cruzou e Kleber Pereira cabeceou bem. Lauro buscou no cantinho.

O primeiro tempo terminou com sabor de derrota para o Santos, que voltou para a segunda etapa com apenas uma modificação: saiu Rodrigo Mancha, pendurado com um cartão amarelo e entrou Germano.

O segundo tempo começou ao contrário, e agora sim o Santos pressionava. Mas, aos cinco minutos Taison encontrou Alecsandro livre e aparentemente em impedimento (o que não se confirmou, sua condição era legal). O atacante tocou com categoria para o gol e virou o placar, marcando três vezes.

Aquela partida que era toda do Santos mudava de panorama e agora o time de Luxemburgo teria de correr atrás do placar. E acabou tendo tranquilidade e aos poucos voltou a dominar o jogo. Desta forma o empate não demorou para acontecer e aos 13, George Lucas executou mais um de seus ótimos cruzamentos, e Kleber Pereira, em ótima noite, conseguiu empatar.

Após novo empate, o jogo voltou a esfriar e ficar equilibrado, especialmente com Tite, treinador gaúcho, tratando de fechar a sua equipe tirando o meio-campista Andrezinho para a entrada do lateral Marcelo Cordeiro e o artilheiro Alecsandro que deu vaga para Magrão. Somente aos 31 minutos é que alguma coisa aconteceu, quando após confusão, Kleber Pereira e Sorondo foram expulsos.

A partir de então, deram-se os piores momentos da partida em termos de qualidade. Ainda sem referência na área, Neymar, aos 35 minutos cruzou e só encontrou Paulo Ganso, que desviou de leve para fora. Depois entrou André, mas o Santos assustou mesmo foi com Fabão, aos 42 minutos.

O time santista até que terminou o jogo pressionando o adversário, mas não conseguiu marcar o gol da vitória em casa. Com isso, o time de Luxemburgo ficou com apenas 29 pontos, e se antes da partida contra o Goiás era possível sonhar com o título, agora até mesmo a vaga na Libertadores fica mais distante.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Coluna do Inter

Santos X Internacional - Empate heróico ao invés da vitória sofrida.
O Inter foi até São Paulo para enfrentar o Santos, na Vila Belmiro, por uma das duas partidas atrasadas do clube colorado. Era a hora de quebrar um tabu: o Inter nunca vencera do Santos na Vila. Mas. O tabu permanece.
O jogo foi uma loucura. Não consegui assisti-lo, por isso sintonizei a Rádio Gaúcha e deixei o Denardin me contar como estava sendo o jogo. O Inter fulminou com dois ataques nos primeiros minutos de jogo, o que mostrou que estavam dispostos a mostrar a que vieram. Depois, a partida foi acalmando e sobravam ataques para os dois lados.
De repente, uma falha de Bolívar resulta no primeiro gol santista da noite. Mal estava digerindo o fato do placar negativo e o que o time deveria fazer pra empatar, outro gol. Outra falha. Bolívar de novo. 2x0 para o Santos. Bem antes do final do primeiro tempo. Pensei, ah, de novo não.
Incrivelmente, ainda no primeiro tempo, em questão de minutos, o colorado empata o jogo. Dois gols de alecsandro. Tudo igual e o Inter continuava indo pra cima, nos devolvendo a esperança dos 3 pontos. Até o final do primeiro tempo o jogo continou pegado e difícil.
No segundo tempo, logo nos primeiros minutos, o Inter marca o gol da virada! Impressionante, três gols de Alecsandro e o vislumbre da primeira vitória colorada na casa do Santos. Era pra ser, claro que era. Mas então tudo começa a dar errado e o Inter sofre o gol de empate, o último gol da partida. Alecsandro sai. Tite mexe mal no time. O time recua. O time faz CERA - momento o qual não pude deixar de me envergonhar - porque era melhor um empate heróico do que uma vitória sofrida, né querido técnico?
Sinceramente, muita coisa deve mudar no Inter. Do jeito que está, o título vai nos escapar, como vem tentando nas últimas rodadas. Não podemos deixar de acreditar porque, por sorte, mesmo com os tropeços, continuamos mais para o topo da tabela do que para o meio, continuamos no G4. Mas isso não pode continuar abalando e iludindo a nossa diretoria, pelo amor de Deus, O TIME NÃO ESTÁ UMA MARAVILHA!
Muita coisa precisa ser corrigida, muitos pontos não devem mais ser perdidos e muitos jogadores colorados precisam dar-se conta do tamanho do time em que jogam e passar a fazer jus a isso. O Tite um dia tem que aprender a escalar direito o time ou então beijos e tchau. O Inter precisa de uma zaga mais competente, Bolívar está ratiando demais, até o Sorondo está desatento. As nossas jogadas pelas laterais são fracas, os nossoa atacantes não estão finalizando com qualidade. O que é isso?
Não costumo ser corneteira, mas o time está pedindo uma corneta. Uma não. Várias.
Vamo que vamo meu Inter DALE COLORADO!
Somos maiores do que todas as adversidades!
SAUDAÇÕES COLORADAS!
Por,
Raquel Saliba

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Coluna do Palmeiras


95 ANOS DE PALESTRA

Nascido em 1889 em alguma cidade perto de Piza, na Itália, Ézio veio com seus pais aos seis anos de idade para uma terra forasteira e que prometia oferecer uma vida cheia de oportunidades, o mesmo já acontecia há umas duas décadas com milhares de italianos anualmente.

No Brasil construiu sua vida, trabalhou como motorista profissional, formou família e no ano em que ganhou seu primeiro e único filho chamado Orlando, não só ele, mas como toda a trabalhadora e guerreira colônia italiana ganhou algo para defenderem as cores, algo que os faria sentir em casa, algo que os faria ter orgulho de suas origens.

Era um novo sentimento chamado Palestra Itália, que aos poucos nos campos de batalhas de quatro linhas ganhou respeito e campeonatos. Tal sentimento sobreviveu a oposição da pátria brasileira, por conta da segunda guerra munidial, tentaram saquear e até incendiar o coração do clube.

O Palestra Itália esteve perto da extinção, por pressões políticas houve a mudança de nome, agora para um nome brasileiro. O Palestra morreu líder e nasceu um Palmeiras campeão, fato de uma partida na qual o alvi verde entrou pela primeira vez na história com a bandeira brasileira em mãos e durante o jogo fez até o adversário tricolor abandonar o campo.

Assim como os imigrantes foram guerreiros, o Palmeiras era também, a guerra não matou, o deixou mais forte e popular.

Ézio morreu em 1969 e viu de perto todos esses acontecimentos, segundo Ugo, seu neto, em sua casa só se falava de Palmeiras, o qual na época era o único que fazia frente ao Santos de Pelé.

Dez anos depois, foi a vez de Orlando partir para o andar de cima, trabalhou como sapateiro, não deixou uma herança gorda, mas deixou a mais valiosa, o amor ao Palmeiras.

Os anos seguintes foram duros, times rídiculos e times melhorzinhos, mas o time saiu da rotina de levantar taças, o que não abalou o sentimento do taxista Ugo e do estudante Sérgio, o bisneto de Ézio.

Curiosamente a década perdida do alvi verde, acabou junto com o nascimento do último herdeiro dessa paixão até o momento. Seu nome é Renan e hoje, ele já viveu muitas alegrias e tristezas por causa dessa herança, junto com seu pai e avô tem muita história para contar, gols e títulos a comemorar.

Hoje o sentimento no peito dos quinze milhões de palmeirenses se renova, fica mais senhor e eterno.


O amor é verde
é a razão
que eu plantei Palmeiras
no coração


Para a natureza
se eternizar
haste o Palmeiras
em seu altar


Esse amor imenso
flor da emoção
um jardim suspenso
pela paixão


TODO DIA EU SOU CAMPEÃO

PALESTRA - PALMEIRAS


Por Renan Pucci
Parabéns Sociedade Esportiva Palmeiras
95 Anos de história

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Coluna do Santos F.C.

Por: Gerson Pepe

Santos perde e fica mais longe do G-4
Após bom primeiro tempo, Santos sucumbe na etapa final e é derrotado fora de casa
Kleber Pereira empatou e teve boas chances, mas na segunda etapa só o Goiás jogou

Contra o Goiás, no Serra Dourada, o Santos jogava uma decisão para manter as mínimas chances de lutar pelo título do Campeonato Brasileiro. Mas o próprio time pareceu não acreditar nisso e acabou sendo derrotado por 2 a 1 em partida que marcou a estreia (precipitada) do volante Emerson.

O jogo demorou para engrenar e a primeira boa oportunidade foi do Goiás, com o atacante Felipe batendo pra fora. No minuto seguinte, foi a vez de Madson assustar, batendo de fora da área, mas para fora do gol. Pouco depois foi a vez de Iarley fazer bonita jogada, para o goleiro Felipe defender.

Aos poucos, o Goiás passou a mandar no jogo e com 19 minutos abriu o placar. Iarley deu ótimo passe para Vitor bater sem chance para Felipe. Logo após o gol, o time goiano tentou pressionar o santista e Felipe teve boa chance, mas chutou pra fora.

Com o tempo, porém, o Santos começou a equilibrar a partida e apenas dez minutos depois de sofrer o gol, empatou. Paulo Ganso fez ótima jogada pela direita e deixou Kleber Pereira na cara do gol, mais uma vez. Agora, no entanto, sem ângulo. Mesmo assim, o atacante santista conseguiu marcar.

Animado com o empate, o Santos se atirou para cima dos donos da casa, e aos 35, Kleber Pereira recebeu na entrada área e com um toque driblou o zagueiro e bateu de fora da área bola que passou muito perto do ângulo esquerdo de Harley. Logo depois, de novo Pereira, agora em tabela com Madson chegou à frente do goleiro adversário, que foi mais rápido e ficou com a bola.

Com o final do primeiro tempo, o Santos estava vivo na partida, e com grandes chances de vencer a partida. Caso isso ocorresse, o time da Vila poderia ter 34 pontos quando igualasse o número de jogos com as outras equipes, apenas seis a menos que o líder Palmeiras. Isso permitia ao santista, ao menos, sonhar com alguma coisa.

Mas, veio o segundo tempo, e com ele um Santos sonolento, e um goleiro fantástico. Logo aos cinco minutos Júlio César bateu e Felipe espalmou para escanteio. Na cobrança, no minuto seguinte, Felipe, atacante do Goiás, pegou o rebote de fora da área e bateu no canto esquerdo. Dois a um para quem ainda segue na luta pelo título.

Principalmente porque o Santos não mostrou poder de reação e aos 11, Felipe teve de fazer outra ótima defesa em chute de Júlio César. E aos 19 minutos de novo, desta vez com outra tentativa de Felipe, pela direita.

À essa altura, Neymar já havia entrado no lugar de Germano, com o intuito de dar mais mobilidade ao time, e velocidade para os contra ataques, algo que faltou ao Santos na primeira etapa. Pouco depois, porém, Luxemburgo desistiu da partida. Tirou Pará e Rodrigo Mancha para colocar Triguinho e Emerson, respectivamente.

O veterano volante, apesar da aparente má forma, até que não foi tão mal na partida. Mas jogávamos uma decisão de campeonato e esgotar as substituições aos 20 minutos do segundo tempo com duas trocas de ‘seis por meia dúzia', foi um erro.

E o Santos sentiu este erro e pouco conseguia ter a bola nos pés. O Goiás cadenciou o jogo e fez festa para Fernandão. De vez em quando, encontrava espaços na defesa santista e tentava ampliar a festa, ou o placar. Aos 34, por exemplo, Vitor chutou com perigo, e aos 39, Felipe avançou pela esquerda e bateu para excelente defesa do goleiro santista.

O Santos até que tentou com Madson tentando jogadas de contra ataque e Paulo Ganso aproveitando bola na área para chutar e ver Harley defender sem muitos problemas. Com este resultado, temos de vencer o Internacional na quarta-feira para igualar o número de jogos apenas três pontos atrás da zona de classificação para a Copa Libertadores, o que sempre foi a aspiração santista.

domingo, 23 de agosto de 2009

Coluna do Inter

Palmeiras X Internacional

Giuliano marca um golaço, mas foi o único gol colorado na partida.

Enfrentamos o forte time do Palmeiras fora de casa. Sabíamos que seria complicado, mas vacilamos muito durante a partida.

O primeiro tempo foi dificílimo. O Inter teve mas posse de bola, mas não finalizou nenhuma vez, deixando o Palmeiras pressionar a área colorada. O ataque colorado da partida de hoje deixou muito a desejar, até criava jogadas bem feitas, mas falhava no momento final, o que desmerecia toda a jogada e ainda concedia contra ataques aos jogadores palmeirenses.

O primeiro gol palmeirense veio de um pênalti. Bem marcado. Foi uma reação azarenta do zagueiro Danny Morais, que chegou um milésimo de segundo atrasado no corte e acabou entrando com a perna em Diego Souza. Obina cobra e marca. 1x0 pro Palmeiras.

O colorado esboçou reação nos últimos minutos, o que deixou uma margem para acreditar num empate no segundo tempo. Porém, antes dos 3 minutos da etapa complementar, o Palmeiras marca o segundo gol, o que ocasionou num desequilíbrio maior ainda nos jogadores colorados, que, mesmo buscando atacar mais, se viam errando passes e marcando muita falta.

Entretanto o time colorado mostrava garra e vontade, o que deu resultado, infelizmente somente aos 42 minutos, quando Giuliano desconta para o Inter com um golaço. 2x1 para o time alviverde.

O jogo acabou assim, e é a segunda derrota consecutiva do Internacional. Péssimo. Corneteiros de plantão já estão com "crise" na ponta da língua. Mas não é bem assim. O jogo foi complicado como acreditaríamos que seria, poderíamos, sim, ter sido mais competentes e ter buscado com mais afinco um resultado favorável, mas prefiro ver as coisas de outro modo: enfrentamos a grande equipe do Palmeiras e fomos firmes. Perdemos, mas saímos de cabeça em pé e ainda estamos na briga!

Colorados. Acreditem.
Saudaçòes Coloradas.


Por,
Raquel Saliba

Coluna do Palmeiras


AZZURRA paulistana é líder de fato !!!



Nada como um jogo, após outro jogo, pois dois empates em casa diante do Palestra Itália lotado, um empate de certa forma heróica contra o Atlético Mineiro em B.Horizonte e uma derrota pífia fora de casa contra o Coritiba.
Este último jogo foi de fraca atuação da equipe verde, uma fraca atuação para quem quer ser campeão, pois foi inegável que o time lutou muito e criou várias chances, mas não teve capacidade de aproveitar nenhuma delas. Ainda vale destacar o bom segundo tempo do Verdão, porém foi no final dessa etapa que o Coxa chegou ao gol, através de um pênalti convertido por Marcelinho Paraíba.
A noite terminou com o agravante da vitória do São Paulo, que diminuiu a vantegem do alvi verde para apenas um ponto.
Durante o resto da semana ocorreu a grande a novidade, o lançamento da nova terceira camisa, com as cores azul e branca, a camisa é comemorativa dos noventa e cinco anos da fundação do clube e resgata o escudo da casa real de savóia, como também a sua cor azul e do exercito que a defendia dos invasores, para quem não sabe essa é a razão pela qual a seleção italiana joga com a camisa azul sem ter essa cor em sua bandeira.
O jogo do sábado tinha cara e atmosfera de decisão, pois muitos entendem que se o Palmeiras não passar como vitorioso e somar os seis pontos nos jogos contra Internacional no Palestra e São Paulo no Morumbi, estaremos condenados apenas disputar uma vaga na Libertadores.
Mas o Palmeiras de azul e empurrado por uma torcida que fez uma festa emocionante, cantou sem parar, montou um mosaico lindo na arquibancada, foi presenteada com uma atuação de gala do Palmeiras que resultou nos merecidos três pontos e a liderança isolada até Domingo.
E o aniversariante foi quem começou pressionando, levava vantagem no meio de campo, o qual ficou desfalcado de Cleiton Xavier, o motorzinho do time de Palestra Itália na temporada e ainda estava sem o cão de guarda Pierre, suspenso pelo terceiro cartão amarelo, mas sua ausência nem foi sentida, pois Souza dominou o setor como um veterano ,alias esse garoto tem um belo futuro pela frente fez um jogaço ontem.
Como sempre uma das grandes armas da equipe é a individualidade de Diego Souza, que resultou em um pênalti convertido por Obina.
Marcos fez uma grande defesa nos raros lances de perigo dos colorados, pois preferiam a tática do chuveirinho, mas a zaga ‘’ azul ’’ estava neutralizando tudo, por cima e por baixo.
Logo no começo do segundo tempo Ortigoza aproveitou uma bola mascada pela zaga do Inter e chutou na diagonal ampliando o placar.
O líder do campeonato administrou com categoria o jogo, fazendo belas jogadas, mas novamente perde as chances de ampliar o placar, o que resultou em um sufoco no fim.
Porque após uma bela jogada de Giuliano o Inter diminuiu e pressionou com escanteios e faltas até o fim dos intermináveis quatro minutos de acrécimos.
Ao soar do apito o estádio explodiu, pois todos sabiam da importância da retomada ao rumo das vitórias e ganhar de um adversário direto pela luta ao título.
Sem dúvidas foi um belo presente de aniversário antecipado, ou seja vem mais por aí.
Agora no próximo Domingo, a provável final do campeonato. Sim me dei ao luxo de não colocar as aspas, porque será sim a final. O Palmeiras entrará em campo no Morumbi com quatro pontos de vantagem, já que o São Paulo perdeu para o Atlético Paranaense, assim quebrando a série invicta.
Lógico que há muitos times na briga, como Inter ( com dois jogos a menos), Goiás, Atlético Mineiro e até algum outro time que pode chegar pois faltam dezessete jogos para conhecermos o campeão, mas o jogo de Domingo dará ao vencedor uma moral fatal.


Por Renan Pucci
Saudações Palestrinas
Parabéns Palmeiras 95 anos de luta!!!!!