sábado, 8 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Coluna do São Paulo

Não estou falando de nenhum filme de terror, muito menos de Sexta-feira 13. Mas o Jason Tricolor está de volta. Aquele que nunca morre, e quando todos já o dão por derrotado ressurge das cinzas.
A brincadeira virou uma febre entre a torcida Tricolor, e pensei, porque não dar um espacinho pra ela aqui no JL?
Todos os créditos ao blog do tricolor Daniel Perrone, aonde surgiu o Jason Tricolor.
Mas agora vamos ao que interessa, o futebol.
Na noite da última quarta feira o São Paulo recebeu o Botafogo, e venceu um adversário que tinha uma invencibilidade de 7 jogos.
Foi um jogo duro, principalmente no primeiro tempo. O São Paulo entrou diferente das outras partidas, com o mesmo esqueleto mas com Hugo no lugar de Júnior César. O Tricolor jogou praticamente num 3-4-3, e no início tinha dificuldades de passar pelos 6 jogadores alvinegros no meio campo, apesar de ter o domínio da bola. O Bota tinha um lado direito fazendo uma boa partida com o lateral Alessandro e o meia Renato, além de boas atuações de Vitor Simões e Lúcio Flávio. E o ex-tricolor foi quem abriu o placar, aos 19 minutos, em um belo chute da entrada da área. Atrás no placar o Tricolor continuou pressionando mas sem muita eficiência. Tinha dificuldade para jogar pelo lado esquerdo, já que Jorge Wagner não rende o tanto jogando pelo lado que jogava pelo o meio, e o lado direito do ataque ficava sobre carregado. Apesar disso, o Tricolor chegou a virada em duas jogadas bem trabalhadas. O primeiro gol saiu após penalti sofrido por Hugo, depois de receber belo passe de Washington. Jorge Wagner converteu. O segundo gol foi do Coração Valente, após bela trama entre Hernanes, Jean e André Dias pela direita, o zagueirão ganhou na raça e cruzou na boa para Washington virar.

No segundo tempo o São Paulo voltou mais tranquilo, já na frente do placar. Aumentou a vantagem em belo gol de Dagoberto, e só não transformou numa goleada por falta de precisão nas finalizações. Mais uma partida de gala de Hernanes, excelente na defesa e melhor ainda no ataque, principalmente na segunda etapa. Jean também está muito bem, tomou conta da ala direita. Richarlyson fez uma partida séria, uma das suas melhores nessa fase. A defesa voltou a ser segura, e Renato Silva está em ótima fase. Cresce muito ao lado de Miranda e André Dias. No ataque estamos bem, tanto Borges como Washington e Dagobeto estão jogando bem.
Na sequência temos um jogo duríssimo, para confirmar de vez nossas pretensões no campeonato. Nada menos que o Goiás, vice líder da competição. O jogo é no Morumbi. Mas o Goiás é o melhor visitante e só perdeu uma partida fora do Serra Dourada. O único desfalque é Hugo, suspenso pelo 3º cartão. Eduardo Costa volta de suspensão, e existe a expectativa da volta do Capitão Rogério Ceni. O Morumbi vai estar lotado, e vai tremer!
Rumo ao Hepta, Time da Fé!
Marcadores: São Paulo
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Coluna do Inter
Ontem o Inter enfrentou o Oita Trinita, lá no Japão, pela segunda edição da Copa Suruga. O primeiro tempo foi um marasmo absurdo, o jogo não "rolava", a marcação de ambos os times era fraca, nada de emocionante aconteceu. Para o segundo tempo, o Inter voltou mais motivado e abriu o placar logo nos primeiros minutos, a partir daí o jogo começou a fluir mais e o Inter foi tomando maiores espaços. Andrezinho aumentou o placar a favor do colorado com um golaço e o que poderia ser a segurança colorada, tenso dois gols de vantagem na partida, logo se desfez, pois de uma falha imperdoável do zagueiro Índio, o Oita diminuiu. 2x1 para o Inter.
Entretanto, a partir daí, mesmo com os ataques do time adversário, e com o time colorado perdendo espaço, o resultado foi mantido e o Inter venceu o jogo, levando pra casa a taça e um bom prêmio em dinheiro.
VAMO QUE VAMO MEU INTER!
O que eu gostaria de deixar bem claro aqui é meu descontentamento com a falta de respeito de muita gente em relação ao Inter ter jogado essa partida e ter vencido. Realmente, é uma taça sem história nenhuma, é apenas a segunda edição, o adversário era fraquíssimo e tudo mais, mas o Inter conquistou o direito de disputá-la em virtude do título da Copa Sulamericana ano passado, e portanto deveria jogar e como aconteceu, vencer. Era o minimo.
É grana, é visibilidade. Ninguém vai colocar uma estrela na camiseta, não se preocupem.
Não tem como não comentar. O fato do nosso ídolo ter voltado para o Brasil e não ter voltado para o Inter mexeu muito com a torcida colorada e com a imprensa gaúcha, saíram vítimas para todos os lados, torcedor achando o grande Fernandão "traíra", ou achando o grande FC falho...
O que eu acredito que tenha acontecido é o seguinte, os dirigentes colorados não tinham real interesse em trazer de volta o ex-capitão, devido a inúmeros fatores, idade, o futebol que ele estava apresentando quando foi embora, enfim. E eu não os julgo errados por isso, como boa colorada, apaixonada por Fernandão e eternamente grata, eu com certeza o apoiaria, caso ele voltasse, mas, no fundo, sabia que o melhor era ele não voltar. Era muito arriscado.
Acho que ele está feliz no Goiás, e o Goiás deve estar feliz com ele! Desejo tudo de melhor!
Ps. mas deu uma dorzinha ver ele vestindo verde e cumprimentando a torcida. Não deu?
Que o Inter volte sua atenção para o Brasileiro mais motivado agora!
Saudações coloradas!
Por,
Raquel Saliba
Marcadores: Inter
Coluna do Santos F.C.
Por: Gerson Pepe
Santos bate o Coxa em Cascavel, no jogo das mascaras: 1x0
É a segunda vitória seguida fora de casa que o time de Luxa consegue
Com ótima exibição no primeiro tempo, Santos vence o Coritiba por 1 a 0 no ‘jogo da gripe' em Cascavel e fica na 11ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 23 pontos, e um jogo a menos que a grande maioria das equipes. Não fossem os gols perdidos, porém, a vitória poderia ter sido com maior diferença.
O começo da partida foi bastante equilibrado e movimentado, porém sem que os dois goleiros trabalhassem tanto. Com dois minutos, Marcelinho Paraíba acertou chute perigoso, mas que passou por cima do gol de Felipe.
O primeiro grande lance do jogo, porém, resultou no gol santista. O Guerreiro Léo arrancou pelo lado esquerdo da intermediária e driblou dois zagueiros. Tabelou com Madson e como se fora aquele lateral de sua primeira passagem pela Vila, bateu forte, no chão para a defesa do goleiro Edson Bastos. No rebote, com o gol aberto, Paulo Henrique, aos 19 minutos, teve trabalho apenas para empurrar a bola para o fundo das redes.
Com o placar aberto, o Santos se empolgou e aos 23 minutos Felipe Azevedo invadiu a área, fintou dois adversários e bateu forte para a defesa de Edson Bastos. Dois minutos mais tarde, Kleber Pereira, de fora da área bateu prensado e a bola passou rente ao travessão, assustando o goleiro.
Nos minutos seguintes, o Santos exerceu forte pressão com direito a jogadas de efeitos, como um belo chapéu do Léo em um zagueiro. Ao mesmo tempo, a zaga paranaense batia cabeça e o time de Luxa teve boa chance de ampliar o marcador. Mas não conseguiu.
E a principal chance disso acontecer foi aos 39 minutos quando Madson cruzou bola na medida para Kleber Pereira, que com o goleiro já batido, cabeceou no chão. A bola quase em cima da linha quicou e passou por cima do travessão num lance incrível.
A partir disso o Coritiba passou a ter melhor domínio do jogo e principalmente mais posse de bola. Marcelinho Paraíba tentava articular as principais jogadas, mas defesa santista e os volantes trabalhavam bem. A melhor chance dos ‘donos da casa' foi uma cobrança de falta de longe de Carlinhos Paraíba, mas por cima do gol.
O Santos foi para o vestiário com uma boa vitória parcial, mas que poderia ter sido maior. Na tabela, o 11º lugar, com um jogo a menos. No retorno para o gramado, o Santos voltou de branco e o Coritiba de verde, já que os uniformes estavam confundindo os jogadores. Essa, aliás, foi a única mudança de Luxemburgo.
Já no Coritiba, Renê Simões começou a nos ajudar e tirou o lateral-direito Marcio Gabriel para colocar o zagueiro Cleiton e o habilidoso Léozinho para colocar o experiente Thiago Gentil. Mais tarde, tiraria Marcelinho Paraíba para colocar Renatinho.
O início do segundo tempo foi parecido com o do primeiro, movimentado, mas sem grandes chances. A primeira favoreceu o Coritiba, aos 10 minutos, quando Marcelinho Paraíba cobrou daquelas faltas em que a bola fica esperando um desvio, que não aconteceu, mas mesmo assim trouxe dificuldades ao goleiro Felipe. Um pouco antes, em mais um erro de passe de Felipe Azevedo, a torcida já gritava o nome de Neymar.
Cinco minutos mais tarde, o garoto entrava em campo. Em seguida, Robson entrou no lugar de Madson que não fez lá grande partida. Neste ínterim, o Coritiba tinha mais posse de bola, mas muita dificuldade para o furar o bloqueio santista, principalmente pelo alto.
Ao time de Luxa, coube tentar esfriar o jogo a todo instante. Tanto que a primeira grande chance só aconteceu aos 26 minutos, em ótima e forte cobrança de falta de Fabão. A entraria no ângulo se não fosse a ótima defesa de Edson Bastos. A partida, no entanto, seguia na mesma toada, com o Coritiba tentando o empate, e o Santos nos contra ataques tentando assustar.
Em um destes lances, já aos 41 minutos, Kleber Pereira ficou cara a cara com o goleiro, mas no domínio errado, deixou o zagueiro chegar à sua frente. Na tentativa de passar para Neymar, o goleiro se adiantou e ficou com ela. A essa altura do jogo, o Santos já tinha um a menos, já que após duas faltas bobas, Robson foi expulso.
O último lance de perigo foi do Coritiba. Na sobra de um escanteio, Carlinhos Paraíba bateu forte de fora da área. A bola desviou na cabeça de Fabão e na disputa entre Bruno Batata e Felipe, na marca do pênalti, o goleiro santista deu toda pinta de que ficaria com a posse da bola, com as mãos, que seria o óbvio. Num lance bizarro, porém, o goleiro tentou uma voadora e deixou a bola viva na área. O lance completamente ridículo rendeu uma sonora bronca do experiente Léo ao garoto.
Marcadores: Santos
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Coluna do Flamengo
Marcadores: Flamengo
domingo, 2 de agosto de 2009
Coluna do São Paulo
Marcadores: São Paulo
Coluna do Flamengo
Marcadores: Flamengo
sábado, 1 de agosto de 2009
Coluna do Palmeiras
Verdão vence mais uma, se isola na liderança, mas não mostra o mesmo brilho.
O Palmeiras estava embalado, após a vitória sonora sobre o Corinthians, liderança dividida até então com o Atlético Mineiro, fora isso havia uma nova atração Muricy Ramalho estaria no banco de reservas.
Pena que a chuva que atormentou a cidade durante todo o dia, como também o setor visa que trava o estádio na minha opnião fizeram com que o público fosse de 16 mil pessoas, que recepcionaram o novo treinador e pela primeira vez no Palestra Itália ecoaram o canto que compara Obina com Eto'o, graças aos três gols no clássico.
Mas do outro lado havia um Fluminense desesperado por estar por mais um ano na zona do rebaixamento, que endureceu muito o jogo e provou ter time pra subir na tabela.
O jogo se resolveu no segundo tempo, um passe açucarado de Claiton Xavier para Diego Souza que apenas teve o trabalho de converter o gol da vitória. Diego Souza que parecia sonolento e despersso no jogo decidiu a partida novamente e ainda deu espetáculo com um chapéu. O craque alvi verde que vem maravilhando os torcedores jogou com a camisa número 100, por conta do número de jogos pelo time, assim lembrando a pareira Traffic que Diego já está faz um tempinho no time, e chegou a hora de vende - lo.
O tricolor carioca precisava pontuar e após o gol foi pra frente, levou sufoco ao gol de Marcos, destaque para Kieza, que disputou o Carioca pelo Americano e até foi oferecido ao Palmeiras.
Foi um bom começo para Muricy, que teve a boa notícia na quinta feira com a derrota do Atético Mineiro para o Flamengo, assim o verdão abre três pontos de vantagem na liderança.
Durante o resto da semana constatou se, pelos comentários na imprensa, como também entre os torcedores que se Diego ficar o time irá brigar até o final. Ontem o craque em entrevista disse que pretende ficar e quer ser campeão no Palmeiras novamente, já que ganhou o Paulista ano passado, mas se chegar propostas de grandes times e que cheguem aos vinte milões de reais é díficil de segurar. Por outro lado Muricy disse que já conversou com os parceiros expondo o argumento que se o jogador ficar e for campeão, o valor da venda será maior.
Há rumores que uma proposta do Zenit da Russia tenha sido recusada, mas nessa barca de jogadores que compõem a espinha dorsal do time e interessam o futebol internacional estão Pierre e Cleiton Xavier.
Enquanto isso o campeonato não para e nesse sábado tem um díficil duelo na Ilha do Retiro contra o Sport que vai mal na comepetição, na minha visão um empate estaria bom, já que a sequência de jogos é desgastante e o time demonstrou claro cansaço contra o Fluminense.
http://www.youtube.com/watch?v=B7UOh0fS1jc os melhores momentos
Por Renan Pucci
Saudações Palestrinas.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Coluna do São Paulo!

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Marcadores: São Paulo
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Coluna do Santos F.C.
Por: Gerson Pepe
Santos vence o Náutico nos Aflitos: 2x1
Com um a mais, Santos vence no finzinho com destaque para Neymar
Garoto entrou no segundo tempo, voltou a marcar e deu passe para gol decisivo
No sufoco, mesmo com um a mais desde o final do primeiro tempo, o Santos vencer o Náutico no estádio dos Aflitos por 2 a 1 com gols de Neymar e Rodrigo Souto. Antes do jogo Kleber Pereira fez questão de afirmar que não estava 100% para atuar, mas o atacante voltou a ter uma daquelas atuações que o marcou no Santos, com boa movimentação, mas perdendo muitos gols.
Com muitas mudanças e estreias, o time santista se lançou ao ataque logo no começo do jogo e Kleber reclamou toque de mão do zagueiro Gladstone. Mesmo visitando o adversário, o Santos tentou exercer certa pressão e aos cinco minutos o goleiro Gledson já mostrava seu cartão de visitas com duas defesas importantes em chute de Fabão em bola desviada por Paulo Henrique.
O time de Luxemburgo tinha mais posse de bola, mas aos dez, os donos da casa assustaram com chute de Anderson Santana que passou perto do gol de Felipe. Após este lance, o Náutico passou a jogar melhor do que fazia até então e equilibrou as ações da partida. Tanto que aos 15 minutos, Felipe foi exigido pela primeira vez, mas bem colocado fez boa defesa em cabeçada de Gilmar.
Pouco depois, porém, o Santos respondeu, novamente com Kleber Pereira que chutou para boa defesa de Gledson. Em seguida foi a vez de Germano arriscar de longe, pra fora, mas com perigo. Logo depois, aos 24, o time da Vila teve a melhor chance da partida. Kleber e Madson fizeram bonita tabela. O camisa 9 bateu para nova defesa do goleiro pernambucano, que aos poucos se tornava o nome do jogo.
Na sequência do primeiro tempo o Santos ainda tentou abrir o placar, mas sem muita contundência e com o Náutico passando a dominar um pouco mais a bola. No final desta etapa, quando Pará arrancava para um contra ataque sofreu falta de Gladstone que foi expulso.
Para o segundo tempo, Vanderlei Luxemburgo promoveu a entrada de Felipe Azevedo no lugar do apagado Paulo Henrique. Já Geninho, técnico do Náutico, sacou seu único meia no jogo, Aílton, para se retrancar ainda mais, com Asprilla. Um prato cheio para o Santos ganhar mais três pontos fora de casa. Isso não quer dizer porém, que seria fácil...
A segunda etapa começou equilibrada, mas com o Santos ainda melhor. Felipe Azevedo se destacou pela vontade no começo. Com isso, logo aos quatro minutos, novamente Fabão recebeu cruzamento de Robson e escorou de cabeça para fora. Na sequência, o próprio Robson deixou a equipe para a entrada de Neymar. Antes que o garoto fizesse qualquer coisa, Léo também saiu e Luizinho entrou.
Aos poucos o Santos voltou a melhorar no jogo e aos 19 minutos Kleber Pereira recuperou boa jogada, cortou o zagueiro e bateu forte, por cima do travessão. O Náutico, com a entrada de Accosta passava a ter mais opções ofensivas, mas antes que o desespero pudesse acometer o time santista que tinha um jogador a mais, Neymar marcou, de novo.
Aos 22 minutos o rápido Madson foi ao fundo e cruzou da esquerda para o garoto que novamente saindo do banco de reservas marcou o gol santista, após mergulhar de cabeça. Em seguida o Santos ainda quase ampliou com o zagueiro Fabão bateu forte, para outra defesa de Gledson.
No entanto, o Náutico, mesmo com um a menos, foi valente e após bonito passe de Carlinhos Bala, Gilmar (Tropeço) apareceu livre na frente de Felipe que cometeu pênalti. Aos 32 minutos, sem chances para Felipe, o mesmo Gilmar empatou o jogo.
Apesar da dificuldade de jogar nos Aflitos, o empate era um desastre para o time de Luxemburgo até por ter mais posse de bola e volume de jogo que o adversário, além, é claro, de jogar durante mais de 45 minutos com um jogador a mais. Desta forma, o jogo ficou aberto e se o Santos atacava por tudo isso, o Náutico respondia por sua torcida.

E a vitória santista chegou, mas somente nos acréscimos. Aos 47, Neymar cobrou escanteio e o volante Rodrigo Souto subiu no meio da zaga pernambucana para marcar o gol que sacramentou a vitória e devolveu a nona colocação ao time santista.
Marcadores: Santos






