Coluna do Inter


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Diego Souza, o craque do verdão para 2010.
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Por: Gerson Pepe
Sobre a volta de Robinho ao Santos
Robinho, o filho rebelde. Santos, a mãe de coração aberto.
Robinho está para o Santos, como o filho rebelde está para sua mãe: Em nosso cotidiano vemos e vivenciamos diversos casos de filhos que sonham ser independentes, e acabam saindo pelo mundo a fora em busca de sonhos e conquistas, muitas vezes iludidos, desprezam as mães a ponto de abandonarem a quem tanto os amam.
E quando o filho rebelde se depara com a decepção da falta do sucesso sonhado, volta ao seio de sua mãe, e como coração de mãe está sempre aberto, ela oferece seu colo ao filho, aceitando-o sem lembrar do desprezo de outrora.
Certamente Robinho espera receber o mesmo afago do Santos F.C. e da nação Santista, para dar a volta por cima, e assim apagar uma saída conturbada do Santos F.C. para o Real Madrid, carimbando seu passaporte para a Copa 2010 e reassumindo de vez o posto de ídolo da torcida Santista.
Fica claro e evidente que a vontade de Robinho em voltar ao Brasil, e a disposição do Manchester City em recuperar a valorização de Robinho passa por seu retorno a Vila Belmiro. Os ingleses já deixaram claro que o último jogo dele foi hoje pela Copa da Inglaterra, onde ele marcou um gol.
Segundo o presidente do Peixe, Luís Alvaro Oliveira Ribeiro, representantes do Santos agendaram reunião em Manchester, na Inglaterra, para a próxima terça-feira, vamos aguardar as novidades.
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Peixe vacila e Ponte arranca empate na Vila
André marcou de cabeça, mas o Santos não conseguiu segurar o placar
A estreia santista e o retorno de Giovanni à Vila Belmiro não foi dos mais felizes. Em partida bastante complicada, o Santos apenas empatou com a Ponte Preta por 1 a 1 pela segunda rodada do Campeonato Paulista de 2010. Com isso, o time de Dorival Júnior chegou aos 4 pontos.
Como já era esperado, o Santos encontrou bastante dificuldade na partida contra a Ponte Preta. Tanto foi assim que o primeiro tempo terminou empatado sem gols. Mesmo assim, especialmente no começo da partida, o Santos atacou bastante. Logo aos 2 minutos Wesley recebeu de Neymar e bateu de primeira, mas prensado pelo zagueiro. Aos quatro foi a vez de Neymar bater cruzado para boa defesa de Eduardo Martini.
Após essa pressão inicial santista a Ponte Preta consegui conter os ânimos dos donos da casa e o jogo ficou extremamente morno, para não dizer frio. Com isso, a próxima boa jogada foi da Ponte, e aconteceu somente ao 22 minutos, quando Leandrinho escapou e bateu. Desta vez foi a defesa santista que travou, com Roberto Brum. Mais tarde, aos 33, Vicente bateu e Felipe pegou.
Aos 35, Dorival se viu obrigado a fazer sua primeira alteração, já que George Lucas sentiu pancada no joelho. Com isso, Serginho, volante, foi improvisado na função.
Refeito do susto, o Santos voltou á carga e teve sua principal chance de marcar em boa jogada de Pará. Aos 42 minutos o camisa 3 santista escapou pela esquerda e cortou para dentro. Bateu forte de direita e viu o goleiro Eduardo Martini buscar no canto, para fazer grande defesa e garantir o placar sem gols na primeira etapa.
O empate, claro, não era bom para o Santos e antes do primeiro minuto da partida Serginho cruzou e achou PH Ganso livre na pequena área. O meia cabeceou e Martini pegou de forma espetacular. Na sobra, desequilibrado Neymar tentou bater, mas pegou na bola, que ainda contou com um desvio da zaga para sair.
Já no minuto seguinte o Santos conseguiu fazer diferente do primeiro tempo, e agora aproveitou bem a pressão inicial. André começou a jogada e bateu cruzado. A bola passou por toda área e Pará recebeu na esquerda, de novo cortou para dentro e bateu bem. A bola desviou obrigando Martini a fazer ótima defesa. No rebote a bola caiu na cabeça do próprio André, que não perdoou e abriu o placar: 1 a 0.
Mesmo com a vantagem no placar o Santos não se acomodou e aos cinco minutos esteve muito perto de ampliar. Neymar cobrou falta cruzando a bola na área. Livre, na segunda trave, Mancha subiu e cabeceou pra fora. A bola passou tente ao travessão. Assim como na sequência, mas em ataque da Ponte. Leandrinho recebeu de Gadelha e deu um tapinha. A bola passou mansa, rente à trave esquerda, mas também para fora.
O Santos voltou a atacar, mas vacilou. Aos 16 minutos Finazzi foi lançado e ganhou a jogada de Bruno Aguiar. O atacante ficou frente à frente com Felipe e na saída do goleiro bateu forte à esquerda. Felipe, de forma espetacular, defendeu. Na sobra, Brum evitou que Tinga marcasse.
Após o susto, o Santos voltou a tentar alguma coisa, mas sem contundência e sem assustar o goleiro pontepretano. Assim, aos 25 minutos foi a vez de a Ponte Preta arriscar. Edílson cobrou falta na área e encontrou Jean, que tentou cabecear, mas não conseguiu. A bola, porém, bateu nas suas costas e caprichosa enganou o goleiro Felipe. Era o empate: 1 a 1.
Logo após o gol, Dorival promoveu a entrada de Giovanni, de volta à Vila Belmiro. Para a sua entrada saiu o atacante André. Em seguida, aos 31 minutos, foi a vez de Madson entrar, mas na vaga do próprio Serginho, que poderia, no meio de campo, dar mais dinamismo ao time que buscaria a vitória nos minutos finais.
E buscou mesmo, mas obrigou Eduardo Martini a fazer poucas defesas. A primeira, aos 39 minutos. Neymar gingou na frente do zagueiro e bateu forte com a perna esquerda. O goleiro foi bem. O Santos seguiu tentando, mas quando não foi travado pelos zagueiros, errou. No lance mais agudo, Neymar arrancou de forma sensacional pelo meio e apareceu na frente do goleiro, mas finalizou pra fora.
Giovanni, de falta, ainda tentou o gol da vitória, aos 49 minutos, mas não deu...
Em quanto isso na Copa São Paulo Jr. 2010...
Santos vence o Paulista de Jundiaí por 3 a 1 e se classifica para a semifinal da Copa São Paulo
Alan Patrick marcou duas vezes e Nikão sacramentou a vitória nos acréscimos
O placar não condiz com a dificuldade da partida. O Santos venceu o Paulista de Jundiaí por 3 a 1 e está classificado para as semifinais da 41ª Copa São Paulo de Futebol Júnior. O camisa 10 Alan Patrick marcou duas vezes enquanto Nikão, que começou na reserva, outro.
O Paulista não se intimidou e fez um jogo bastante franco contra os santistas, favoritos. Os goleiro, porém, trabalharam muito bem. Tanto que somente aos 32 minutos do primeiro tempo é que a rede foi balançar, e com um gol do Santos. Alan Patrick recebeu dentro da área e não desperdiçou: 1 a 0.
Até o final da primeira etapa, os goleiros seguiram evitando mais gols na partida e com isso, terminou desta maneira os primeiros 45 minutos da partida.
Na segunda etapa, o Paulista voltou melhor que o time do Santos e logo aos dez minutos conseguiu o empate. O zagueiro Maurício bateu falta muito bem. A bola, indefensável, bateu na trave antes de entrar.
Mas o Santos não deu muito tempo para o Paulista respirar e três minutos após o gol de empate, recebia a oportunidade de estar na frente novamente. O zagueiro Maurício derrubou Dimba e o pênalti foi marcado para o Santos. De quebra, Maurício foi expulso. Alan Patrick chamou a responsabilidade, bateu e colocou o Santos na frente do placar.
Com a vantagem no placar, o Santos passou a contar com a boa fase do goleiro Rafael, e também com a sorte. Quando não deu para o arqueiro santista, a bola tocou na trave, como o chute de Breno, que encobriu o santista.
Nikão entrou e o panorama da partida mudou. O Santos passou a atacar mais. Ao mesmo tempo, porém, era acossado pelos contra ataques do time de Jundiaí. Quando a partida corria o risco de ficar dramática, Nikão marcou e garantiu a vitória: 3 a 1.
O Santos enfrenta o Palmeiras nas semifinais. A outra é entre Juventude e São Paulo.
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Com show dos Meninos da Vila, Peixe goleia: 4x0
Santos estreia com goleada no Pacaembu: Paulo Henrique e Neymar comandam a festa
O novo Santos deu um passo importante para conquistar o torcedor em 2010. Na noite deste domingo, com uma bela atuação da dupla Paulo Henrique e Neymar - dois gols cada - o Alvinegro estreou no Paulistão cravando 4 a 0 no Rio Branco de Americana.
Quem esperava um início de jogo morno, típico de começo de temporada e de um time em formação, errou a previsão. Alguns certamente ainda se ajeitavam nas arquibancadas do Pacaembu quando Paulo Henrique, aos dois minutos, recebeu um passe de George Lucas na intermediária e acertou uma bomba de pé esquerdo, vencendo pela primeira vez o goleiro Cristiano.
O gol precoce desmontou o esquema defensivo preparado pelo técnico Ademir Fonseca e deu tranquilidade ao alvinegro praiano. Escalado por Dorival Júnior sem invenções – um 4-4-2 com dois volantes, Wesley um pouco mais adiantado e Paulo Henrique livre para municiar André e Neymar –, o time envolveu com facilidade seu adversário.
Tímido no ataque, o “mandante” Rio Branco não esboçou reação capaz de ameaçar a meta de Felipe. Com isso, a dupla de zagueiros estreantes, Bruno Rodrigo e Bruno Aguiar, pouco trabalhou. Nas raras vezes em que foram acionados, porém, marcaram firme, sem titubear. Aguiar ainda se aventurou no ataque e levou perigo à meta interiorana, explorando o jogo aéreo.
Do outro lado, a zaga do Rio Branco continuava atrapalhada. Tanto que não tardou em levar mais um golpe. Aos 19, Wesley esticou para André, que tocou de primeira e achou Paulo Henrique na direita. O jovem centroavante correu prá receber de volta na entrada da área, mas Neymar chegou antes e completou o açucarado passe do Ganso: outra bomba, indefensável: 2 a 0.
Com o jogo praticamente resolvido diante de um adversário frágil, os santistas puderam notar já no primeiro tempo algumas novidades: a beleza do novo uniforme, a tarja de capitão no braço de Roberto Brum (sem dúvida, um capitão mais participativo do que Rodrigo Souto, por exemplo) e as comemorações sem camisas levantadas, como manda a cartilha.
Segundo tempo
A etapa final começou morna e assim ficou nos primeiros dez minutos. Aos onze, porém, o zagueiro Kleber acertou André e foi expulso. Foi a deixa para Dorival Júnior promover o grande reencontro. 
Giovanni, o Messias, 37 anos, deu o famoso pique, tirou o colete e se colocou na lateral do campo. A torcida foi ao delírio no Pacaembu. O Pacaembu que o transformou em ídolo, aliás.
E se a primeira impressão do retorno é a que fica, parece que a diretoria acertou em apostar na volta do ídolo.
Eram 20 minutos quando Giovanni recebeu a bola dentro da área. Com dois toques na bola se livrou dos marcadores e deu um passe pro meio, com a sutileza que só os craques tem. E lá veio Paulo Henrique para dominar e estufar as redes novamente. 3 a 0.
Visivelmente emocionado, Giovanni foi abraçado pelos garotos. Sem dúvida, viu-se ali um momento a ser guardado com carinho pela fanática torcida alvinegra: Giovanni, Neymar e Paulo Henrique juntos. Passado e o futuro se encontrando no presente.
A equipe teve ainda outras duas alterações em relação ao primeiro tempo. Madson substituiu Pará na lateral-esquerda e Breitner entrou no lugar de Roberto Brum. Com boa movimentação, os dois se apresentaram pro jogo e aumentaram o ritmo, contudo, sem muito sucesso na conclusão das jogadas.
Quando tudo caminhava para o clássico 3 a 0, já nos acréscimos, Neymar pedalou pra cima de seu marcador e viu Giovanni entrar livre no segundo pau. O cruzamento não foi lá essas coisas. Mas sua estrela fez a diferença. Um efeito contrário fez a bola parar no ângulo esquerdo da meta adversária. 4 a 0, fechando a conta.
Fim de papo. A caminho do vestiário, os jogadores agradeceram às arquibancadas, com a certeza da primeira missão cumprida. Na quarta-feira, contra a Ponte Preta na Vila, tem mais.
Ficha Técnica
O Rio Branco atuou com Cristiano, Tamandaré, Vinícius, Kleber e Márcio Goiano (Marim); Everton, Márcio Carioca, Flávio e Felipe (Alex Mineiro); Anselmo e Romarinho (Ricardinho).
Técnico: Ademir Fonseca.
O Santos jogou com: Felipe, George Lucas, Bruno Rodrigo, Bruno Aguiar e Pará (Madson); Rodrigo Macha, Roberto Brum (Breitner), Wesley e Paulo Henrique; Neymar e André (Giovanni). Técnico: Dorival Júnior.
GOLS: Paulo Henrique (aos 2 do 1º e aos 20 do 2º tempo) e Neymar (20 do 1º e 45 do 2º tempo)
Cartões Amarelos: Vinícius, Everton (Rio Branco) e Paulo Henrique (Santos)
Cartão Vermelho: Kleber (Rio Branco)
Árbitro: Marcos Rogério
Auxiliares: David Botelho Barbosa e Vicente Romano
Renda: R$ 329.350,00
Público : 12.153.
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Luis Alvaro Oliveira Ribeiro é eleito presidente para o biênio 2010 / 2011

Os associados do Santos Futebol Clube elegeram Luis Álvaro Oliveira Ribeiro como o novo presidente do clube neste sábado (05). Como vice-presidente, foi eleito Odílio Rodrigues Filho. Compareceram ao pleito 3024 associados, número recorde de participantes. Luis Álvaro Oliveira, candidato da Chapa 1, foi eleito com 1882 votos (62,23%), enquanto o representante da Chapa 2, Marcelo Pirilo Teixeira, ficou com 1129 (37,33%). Houve 12 votos nulos (0,39%) e um em branco (0,03%). O mandatário santista assumirá o comando da agremiação pela primeira vez, durante o biênio 2010/2011. A votação aconteceu das 10 às 18 horas e a apuração dos votos foi concluída às 21 horas.
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torcida lota o palestra no domingo, como no ano todo, mas expressa sua revolta e decepção pelo campeonato ganho perdido de forma VERGONHOSA.
Entre o céu e o inferno