Coluna do São Paulo


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Não estou falando de nenhum filme de terror, muito menos de Sexta-feira 13. Mas o Jason Tricolor está de volta. Aquele que nunca morre, e quando todos já o dão por derrotado ressurge das cinzas.
A brincadeira virou uma febre entre a torcida Tricolor, e pensei, porque não dar um espacinho pra ela aqui no JL?
Todos os créditos ao blog do tricolor Daniel Perrone, aonde surgiu o Jason Tricolor.
Mas agora vamos ao que interessa, o futebol.
Na noite da última quarta feira o São Paulo recebeu o Botafogo, e venceu um adversário que tinha uma invencibilidade de 7 jogos.
Foi um jogo duro, principalmente no primeiro tempo. O São Paulo entrou diferente das outras partidas, com o mesmo esqueleto mas com Hugo no lugar de Júnior César. O Tricolor jogou praticamente num 3-4-3, e no início tinha dificuldades de passar pelos 6 jogadores alvinegros no meio campo, apesar de ter o domínio da bola. O Bota tinha um lado direito fazendo uma boa partida com o lateral Alessandro e o meia Renato, além de boas atuações de Vitor Simões e Lúcio Flávio. E o ex-tricolor foi quem abriu o placar, aos 19 minutos, em um belo chute da entrada da área. Atrás no placar o Tricolor continuou pressionando mas sem muita eficiência. Tinha dificuldade para jogar pelo lado esquerdo, já que Jorge Wagner não rende o tanto jogando pelo lado que jogava pelo o meio, e o lado direito do ataque ficava sobre carregado. Apesar disso, o Tricolor chegou a virada em duas jogadas bem trabalhadas. O primeiro gol saiu após penalti sofrido por Hugo, depois de receber belo passe de Washington. Jorge Wagner converteu. O segundo gol foi do Coração Valente, após bela trama entre Hernanes, Jean e André Dias pela direita, o zagueirão ganhou na raça e cruzou na boa para Washington virar.

No segundo tempo o São Paulo voltou mais tranquilo, já na frente do placar. Aumentou a vantagem em belo gol de Dagoberto, e só não transformou numa goleada por falta de precisão nas finalizações. Mais uma partida de gala de Hernanes, excelente na defesa e melhor ainda no ataque, principalmente na segunda etapa. Jean também está muito bem, tomou conta da ala direita. Richarlyson fez uma partida séria, uma das suas melhores nessa fase. A defesa voltou a ser segura, e Renato Silva está em ótima fase. Cresce muito ao lado de Miranda e André Dias. No ataque estamos bem, tanto Borges como Washington e Dagobeto estão jogando bem.
Na sequência temos um jogo duríssimo, para confirmar de vez nossas pretensões no campeonato. Nada menos que o Goiás, vice líder da competição. O jogo é no Morumbi. Mas o Goiás é o melhor visitante e só perdeu uma partida fora do Serra Dourada. O único desfalque é Hugo, suspenso pelo 3º cartão. Eduardo Costa volta de suspensão, e existe a expectativa da volta do Capitão Rogério Ceni. O Morumbi vai estar lotado, e vai tremer!
Rumo ao Hepta, Time da Fé!
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Por: Gerson Pepe
Santos bate o Coxa em Cascavel, no jogo das mascaras: 1x0
É a segunda vitória seguida fora de casa que o time de Luxa consegue
Com ótima exibição no primeiro tempo, Santos vence o Coritiba por 1 a 0 no ‘jogo da gripe' em Cascavel e fica na 11ª colocação do Campeonato Brasileiro, com 23 pontos, e um jogo a menos que a grande maioria das equipes. Não fossem os gols perdidos, porém, a vitória poderia ter sido com maior diferença.
O começo da partida foi bastante equilibrado e movimentado, porém sem que os dois goleiros trabalhassem tanto. Com dois minutos, Marcelinho Paraíba acertou chute perigoso, mas que passou por cima do gol de Felipe.
O primeiro grande lance do jogo, porém, resultou no gol santista. O Guerreiro Léo arrancou pelo lado esquerdo da intermediária e driblou dois zagueiros. Tabelou com Madson e como se fora aquele lateral de sua primeira passagem pela Vila, bateu forte, no chão para a defesa do goleiro Edson Bastos. No rebote, com o gol aberto, Paulo Henrique, aos 19 minutos, teve trabalho apenas para empurrar a bola para o fundo das redes.
Com o placar aberto, o Santos se empolgou e aos 23 minutos Felipe Azevedo invadiu a área, fintou dois adversários e bateu forte para a defesa de Edson Bastos. Dois minutos mais tarde, Kleber Pereira, de fora da área bateu prensado e a bola passou rente ao travessão, assustando o goleiro.
Nos minutos seguintes, o Santos exerceu forte pressão com direito a jogadas de efeitos, como um belo chapéu do Léo em um zagueiro. Ao mesmo tempo, a zaga paranaense batia cabeça e o time de Luxa teve boa chance de ampliar o marcador. Mas não conseguiu.
E a principal chance disso acontecer foi aos 39 minutos quando Madson cruzou bola na medida para Kleber Pereira, que com o goleiro já batido, cabeceou no chão. A bola quase em cima da linha quicou e passou por cima do travessão num lance incrível.
A partir disso o Coritiba passou a ter melhor domínio do jogo e principalmente mais posse de bola. Marcelinho Paraíba tentava articular as principais jogadas, mas defesa santista e os volantes trabalhavam bem. A melhor chance dos ‘donos da casa' foi uma cobrança de falta de longe de Carlinhos Paraíba, mas por cima do gol.
O Santos foi para o vestiário com uma boa vitória parcial, mas que poderia ter sido maior. Na tabela, o 11º lugar, com um jogo a menos. No retorno para o gramado, o Santos voltou de branco e o Coritiba de verde, já que os uniformes estavam confundindo os jogadores. Essa, aliás, foi a única mudança de Luxemburgo.
Já no Coritiba, Renê Simões começou a nos ajudar e tirou o lateral-direito Marcio Gabriel para colocar o zagueiro Cleiton e o habilidoso Léozinho para colocar o experiente Thiago Gentil. Mais tarde, tiraria Marcelinho Paraíba para colocar Renatinho.
O início do segundo tempo foi parecido com o do primeiro, movimentado, mas sem grandes chances. A primeira favoreceu o Coritiba, aos 10 minutos, quando Marcelinho Paraíba cobrou daquelas faltas em que a bola fica esperando um desvio, que não aconteceu, mas mesmo assim trouxe dificuldades ao goleiro Felipe. Um pouco antes, em mais um erro de passe de Felipe Azevedo, a torcida já gritava o nome de Neymar.
Cinco minutos mais tarde, o garoto entrava em campo. Em seguida, Robson entrou no lugar de Madson que não fez lá grande partida. Neste ínterim, o Coritiba tinha mais posse de bola, mas muita dificuldade para o furar o bloqueio santista, principalmente pelo alto.
Ao time de Luxa, coube tentar esfriar o jogo a todo instante. Tanto que a primeira grande chance só aconteceu aos 26 minutos, em ótima e forte cobrança de falta de Fabão. A entraria no ângulo se não fosse a ótima defesa de Edson Bastos. A partida, no entanto, seguia na mesma toada, com o Coritiba tentando o empate, e o Santos nos contra ataques tentando assustar.
Em um destes lances, já aos 41 minutos, Kleber Pereira ficou cara a cara com o goleiro, mas no domínio errado, deixou o zagueiro chegar à sua frente. Na tentativa de passar para Neymar, o goleiro se adiantou e ficou com ela. A essa altura do jogo, o Santos já tinha um a menos, já que após duas faltas bobas, Robson foi expulso.
O último lance de perigo foi do Coritiba. Na sobra de um escanteio, Carlinhos Paraíba bateu forte de fora da área. A bola desviou na cabeça de Fabão e na disputa entre Bruno Batata e Felipe, na marca do pênalti, o goleiro santista deu toda pinta de que ficaria com a posse da bola, com as mãos, que seria o óbvio. Num lance bizarro, porém, o goleiro tentou uma voadora e deixou a bola viva na área. O lance completamente ridículo rendeu uma sonora bronca do experiente Léo ao garoto.
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Verdão vence mais uma, se isola na liderança, mas não mostra o mesmo brilho.
O Palmeiras estava embalado, após a vitória sonora sobre o Corinthians, liderança dividida até então com o Atlético Mineiro, fora isso havia uma nova atração Muricy Ramalho estaria no banco de reservas.
Pena que a chuva que atormentou a cidade durante todo o dia, como também o setor visa que trava o estádio na minha opnião fizeram com que o público fosse de 16 mil pessoas, que recepcionaram o novo treinador e pela primeira vez no Palestra Itália ecoaram o canto que compara Obina com Eto'o, graças aos três gols no clássico.
Mas do outro lado havia um Fluminense desesperado por estar por mais um ano na zona do rebaixamento, que endureceu muito o jogo e provou ter time pra subir na tabela.
O jogo se resolveu no segundo tempo, um passe açucarado de Claiton Xavier para Diego Souza que apenas teve o trabalho de converter o gol da vitória. Diego Souza que parecia sonolento e despersso no jogo decidiu a partida novamente e ainda deu espetáculo com um chapéu. O craque alvi verde que vem maravilhando os torcedores jogou com a camisa número 100, por conta do número de jogos pelo time, assim lembrando a pareira Traffic que Diego já está faz um tempinho no time, e chegou a hora de vende - lo.
O tricolor carioca precisava pontuar e após o gol foi pra frente, levou sufoco ao gol de Marcos, destaque para Kieza, que disputou o Carioca pelo Americano e até foi oferecido ao Palmeiras.
Foi um bom começo para Muricy, que teve a boa notícia na quinta feira com a derrota do Atético Mineiro para o Flamengo, assim o verdão abre três pontos de vantagem na liderança.
Durante o resto da semana constatou se, pelos comentários na imprensa, como também entre os torcedores que se Diego ficar o time irá brigar até o final. Ontem o craque em entrevista disse que pretende ficar e quer ser campeão no Palmeiras novamente, já que ganhou o Paulista ano passado, mas se chegar propostas de grandes times e que cheguem aos vinte milões de reais é díficil de segurar. Por outro lado Muricy disse que já conversou com os parceiros expondo o argumento que se o jogador ficar e for campeão, o valor da venda será maior.
Há rumores que uma proposta do Zenit da Russia tenha sido recusada, mas nessa barca de jogadores que compõem a espinha dorsal do time e interessam o futebol internacional estão Pierre e Cleiton Xavier.
Enquanto isso o campeonato não para e nesse sábado tem um díficil duelo na Ilha do Retiro contra o Sport que vai mal na comepetição, na minha visão um empate estaria bom, já que a sequência de jogos é desgastante e o time demonstrou claro cansaço contra o Fluminense.
http://www.youtube.com/watch?v=B7UOh0fS1jc os melhores momentos
Por Renan Pucci
Saudações Palestrinas.