domingo, 8 de fevereiro de 2009

Coluna do Inter

Novo uniforme colorado: e finalmente a coroa é retirada do escudo sagrado!

Foi apresentado essa semana o uniforme colorado para o ano do Centenário, que consiste em novas linhas no corte das camisetas, novo formato da numeração e finalmente o escudo limpo e lindo como nunca deveria deixar de ter sido.



Toda a coleção 2009.

Achei lindo. As linhas mais retas e sem mistura de cores - a camiseta vermelha é toda vermelha, a branca toda branca - deixaram mais tradicional o uniforme e remete às camisetas mais antigas usadas em outras épocas. Aprovado por esta colunista!

No meio da semana o Internacional enfrentou a Ulbra com o time praticamente todo de reservas e, mesmo tomando um gol antes dos 3 minutos do início da partida, reverteu o placar e goleou em 4x1. Jogo que, como ultimamente tem acontecido, teve uma grande atuação de Taison.
Hoje enfrentamos o co-irmão as 19:30, em Erechin. Apostas?
A coluna do grenal vem logo mais. Vamo que vamo meu Inter.
Saudações coloradas!
Por, Raquel Saliba

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Coluna do Futebol Norte Americano


Beckham não deverá voltar para a MLS

Como já foi especulado desde a sua saída em Janeiro, David Beckham não deverá retornar pra MLS, o empréstimo dele para o Milan acaba no próximo dia 9 de março, e o meia desde o princípio deu dicas de que se sentisse bem poderia tentar ficar no time italiano por mais um tempo.

Realmente, depois de um tempo não declarando sua vontade de ficar abertamente, ele disse o que pensa, porém, as negociações serão entre o Milan e o Galaxy, logo, se o Milan não fizer nenhuma oferta por Beckham, ele volta para a MLS assim que terminar o empréstimo.

Uma possível negociação envolvendo outros atletas também foi cogitada, como a vinda de Andriy Shevchenko, Emerson ou Ronaldinho para a MLS, mas por enquanto isso não passa apenas de rumores.

O fato é, que em menos de 1 mês essa novela Beckham terá um final.

Neste vídeo Beckham diz sua vontade de permanecer em Milão

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Coluna do São Paulo

Raça e vitória
Por Caio Bandouk

Finalmente o São Paulo venceu jogando no Morumbi em 2009! De maneira apertada, o tricolor virou o jogo contra o Bragantino e voltou a vencer.

O Tricolor começou o jogo com uma escalação diferente da usual. Com Miranda suspenso devido sua expulsão frente ao Santo André, o mais óbvio seria a entrada de Renato Silva e a manutenção do esquema com 3 zagueiros. Porém Muricy Ramalho surpreendeu e entrou no 4-4-2. A defesa formada por Renato Silva e André Dias, Jorge Wagner e Zé Luis nas alas, Jean e Richarlyson os volantes e o quarteto ofensivo formado por Hernanes, Hugo, Borges e Washington.

O começo não foi animador. Igual ao jogo contra o Santo André, o São Paulo começou lento e sem criatividade. O Bragantino tinha claramente um objetivo no jogo: marcar. E não deixava o Tricolor jogar, se posicionando todo atrás da linha da bola. Isso veio a se intensificar quando aos 12 minutos Marcelo Godri cruza e Rogério Ceni se atrapalha na hora da saída, engolindo um frango incomum na história de nosso capitão. O jogo só virou a nosso favor quando aos 25 minutos Borges lança Washington que da intermediária arrisca e acerta no ângulo do goleiro Gilvan. Depois do empate o São Paulo foi outro. Com confiança, o jogo dos meias encaixou e boas chances foram criadas com Borges e Hugo. A única tristeza foi Rogério Ceni, que novamente sentiu a contusão na coxa, que já o havia tirado do jogo contra a Portuguesa, e teve que ceder o lugar a Bosco.

No segundo tempo o Tricolor voltou melhor do que terminou a primeira etapa. Encurralou o Braga e aos 12 minutos em escanteio André Dias vira a partida. Até o fim da segunda etapa, foram inúmeras chances criadas e o placar de 2 a 1 não condiz com o que foi o jogo. Vale destacar também o bom segundo tempo de Arouca, que entrou no lugar de Hugo.

Ainda sem jogar o que se espera, o Tricolor venceu. O foco tem que ser a Libertadores e aos poucos o time vai pegando uma cara. Zé Luis parece ter ganhado a posição na ala direita. Washington dificilmente sai do time. A zaga está segura, com Rodrigo ou Renato Silva. No meio Hernanes e Jean garantidos. Essas são algumas conclusões que podem ser tiradas. mas nada definitivo ainda.

Próximos jogo
17h:00
Botafogo-SP x São Paulo

Coluna do Santos

Por: Gerson Pepe

Marcio Fernandes mexe bem no time, e Santos vence na Vila
Garoto Róbson foi aposta de Marcio Fernandes para o segundo tempo e teve estrela


Na partida que marcou o retorno de Léo, o Guerreiro da Vila, primeiro dos Meninos da Vila a retornar ao Santos, Robinho foi quem comandou a vitória por 2 a 0 diante do São Caetano. Agora o Santos divide, literalmente, a quarta posição na tabela de classificação com o São Paulo.

O Santos começou o primeiro tempo como se espera que um time grande, jogando em casa, comece. Indo pra cima do adversário, com o objetivo de abrir o placar o quanto antes e ter mais tranqüilidade para conduzir a partida.

Sendo assim, antes dos três minutos de jogo Roni já havia tido uma chance clara de gol. Depois de receber passe açucarado de Madson, o camisa 7 santista bateu forte, reto, surpreendendo o goleiro, que esperava um chute cruzado. Pois a bola bateu na trave esquerda, percorreu toda a extensão do gol, para bater na trave direita. Que sina!

O Santos continuou atuando dentro do campo de defesa do São Caetano, até que com uma boa movimentação pelos lados do campo, e insinuantes tabelas no meio. Além disso, até cerca de 20 minutos desta primeira etapa, o
time esteve bastante compacto, conseguindo neutralizar qualquer tentativa de contra ataque do time de Vadão.

A partir da metade do primeiro tempo o São Caetano começou a equilibrar o jogo e o Santos passou a ter muitas dificuldades na saída de bola, especialmente com os volantes Rodrigo Souto e Roberto Brum, sem se entenderem. A consequência disso foi que o Azulão teve ótimas oportunidades de marcar.

Na primeira delas, Pará salvou em cima da linha. No rebote, Pará salvou novamente no mesmo lugar, e em mais um rebote, Adaílton travou a bola no momento do chute. Um pouco mais tarde, novamente Adaílton salvou um gol, de novo em cima da linha.

Passado o susto, o Santos voltou a dominar a partida e teve três chances com Madson. Na primeira, pela direita, o camisa 11 nem chutou, nem cruzou. Depois aproveitou uma sobra dentro da área, e de esquerda chutou rente à trave. Por fim, de fora da área, cortou pra dentro e bateu fraco, de perna direita, para a única defesa de Luis.

O time santista desceu para o vestiário sob vaias da torcida. Mas no segundo tempo, a torcida tratou de empurrar o time santista, que talvez motivado a jogar pelo seu treinador, correu bastante, como pouco se vê deste time. Lucio Flavio, nem voltou e Robinho entrou no seu lugar.

Motivado, o time santista começou a segunda etapa como na primeira, ou seja, pressionando o São Caetano. No entanto, sem obrigar que o goleiro Luis fizesse uma grande defesa. Aos quatro minutos, Kleber Pereira recebeu livre na entrada da área, dominou mal e não conseguiu a conclusão com precisão e Luis pegou com facilidade.


E o time de Marcio Fernandes continuava a incomodar a defesa do São C
aetano. Em seu primeiro lance de perigo, Robinho decepcionou e chutou de esquerda, longe. No segundo, o garoto não teve tanta força no chute, de novo de esquerda e mandou nos braços do goleiro Luis.

Na terceira oportunidade que teve, porém, Robinho não desperdiçou. Recebeu bom passe de Roni, dominou e concluiu com precisão, perto da trave, mas dentro do gol, aos 20 minutos do segundo tempo. Com a vantagem no placar, foi natural o Santos tirar o pé do acelerador, porém com inteligência, já que o São Caetano nada criou.

Mas o Santos sim. Madson, o incansável, dominou ainda atrás da linha do meio de campo e deu passe preciso para Robinho. Bandeira também foi preciso e deixou o lance seguir. Robinho não decepcionou e com muita frieza, tocou para o fundo das redes para fechar a partida, aos 27 minutos.


Depois disso o jogo se arrastou até o final e Pará tratou de arrumar
o primeiro problema para o clássico de domingo contra o Palmeiras, ao ser expulso. Com Luizinho machucado, fica o problema para Marcio Fernandes resolver.

Pós-jogo: Róbson

"Pude ajudar o Santos. E sentia que poderia decidir. Treinei muito nessa semana. Agradeço o Márcio Fernandes pela chance"

"Graças a Deus eu nunca desisti. Sei que aqui tem grandes jogadores, mas eu esperei a minha oportunidade. Ela apareceu hoje (nesta quinta-feira) e fui muito feliz"

"Ele conversou comigo e disse que minha hora estava chegando. Eu confiei nele e vim
preparado para o jogo. Apareceu essas duas chances para eu marcar e eu consegui. Agora, vou seguir na luta para ser titular do time"

"Eu estava esperando a vez para mostrar meu potencial e agradeço o Márcio pela oportunidade. Tenho concorrentes de nome. Tem o Lucio, o Madson, o Bolaños. Cabe ao Márcio escolher a equipe para domingo"

"Agora 'pegou' Róbson. È assim que eu quero levar para frente. Não quero ser chamado de Robinho"


Marcio Fernandes

"Eu não me preocupo com críticas, com o que dizem. Procuro fazer o que minha cabeça manda. Caso contrário, eu não teria colocado o Róbson, que foi fundamental, mas o Molina, que a torcida vinha pedindo"

"Eu bati nisso durante a semana. O time não pode sair para o ataque e deixar o defesa vulnerável. Hoje tivemos esse equilíbrio e isso é o que me deixou mais feliz, além da vitória"






Próximo jogo:
Santos x Palmeiras
Estádio: Palestra Itália
Domingo, 08/02/2009 17h

SANTOS F.C. - Ninguem enalteceu mais o Brasil no Mundo.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Coluna do Cruzeiro

Novo manto celeste é lançado e Kléber é apresentado!

A nova camisa do Cruzeiro chega as lojas, ainda sem patrocinio, a Rebook caprichou no novo uniforme que conta com algumas novidades. O que mais chama a atenção é a numeração, que além de vir nas costas com números simples e lisos, vem também na frente, na parte direita superior do peito, além da já conhecida coroa ainda na centralizada na gola. O primeiro a aparecer com o novo uniforme foi o atacante Kléber que veio usando a camisa principal com o número que 30, que fez sucesso no Palmeiras.

Outras camisas além das de jogo foram apresentadas. Camisas de treino, viagem, especiais para o torcedor além das camisas usadas no atletismo.

Ao contrário do ano passado, jogaremos a Libertadores com o uniforme principal esse ano, o terceiro uniforme que é geralmente usado, só deve sair no mês de junho e terá escudo no lugar das estrelas soltas.

Confira as fotos dos uniformes:
Apresentação da camisa, com os jogadores e o Raposão.

Kléber é apresentado junto ao novo uniforme, com o número que o consagrou, 30.

Detalhe das costas da nova camisa, na cor branca.


Fábio apresenta a camisa de goleiro na cor branca.



Franck Caldeira apresenta o uniforme a ser usado no atletismo.
O cantor e compositor Samuel Rosa, do Skank, homenageia a noite do lançamento do uniforme


Saudações Celestes!!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Coluna do Inter

Internacional X Sapucaiense

Mais uma vitória colorada no Campeonato Gaúcho, a terceira seguida, mas, de novo a atuaçao colorada deixou muito a desejar, ainda mais pela visível dificuldade do Tite em manter uma formaçao igual para, ao menos tentar, obter ritmo de jogo. Mas enfim, o mais importante e talvez alarmante em relaçao a esta partida é que talvez tenha vindo a ser a despedida de Alex, mas nao vou comentar nada ainda pois nada está fechado.

O jogo:
Os primeiros minutos foram "sem graça", digamos assim, com o time colorado buscando espaços mas sem muito sucesso visto a forte marcaçao do Sapucaiense. Mas logo os jogadores colorados conseguiram comandar melhor o jogo. Com o time mais ofensivo, com Alex e Nilmar na frente, e logo atrás Taison e D'Alessandro, foi ficando mais fácil chegar perto do gol adversário, e logo saiu o primeiro gol, com Taison, que recebeu bola desviada na zaga Sapucaiense e marcou. 1x0 para o Inter.
O primeiro tempo acabou com o placar pequeno, mas o Inter voltou com uma pressao ainda maior para o segundo tempo e antes dos 10 minutos Alex recebe um passe incrível do argentino e marca o segundo gol colorado. 2x0.
A partir daí o jogo parecia que "só ia", e foi ficando cada vez mais fácil. O terceiro e o quarto gol vieram com Nilmar aos 29 e 42 minutos. A vitória foi cheia mas a torcida ainda nao sai satisfeita do estádio ou da frente da televisao ou rádio. Tudo porque as formaçoes do tecnico Tite ainda nao convencem, tudo bem que Taison está cada vez conquistando mais devido a suas boas atuaçoes e gols e talvez ele venha a ser o substituto de Alex no caso de sua saída, mas ainda falta muito para o time colorado conseguir atingir qualidade suficiente para suprir uma perda grande com a de Alex. E além do mais, enfiar todos os jogadores e usar uma tática de "seja o que Deus quiser" nao vai levar o nosso colorado muito longe. Arriscar mil formaçoes com um Grenal tao proximo é incrivelmente estúpido. Desculpem a rispidez.
Por outro lado, mesmo nao convencendo muito, estamos conquistando vitórias e os 3 pontos necessários em cada partida, portanto, nao tenho tanta bagagem pra reclamar tanto, né. Só espero que essas displicencias em início de temporada nao acarretem em prejuizos no final da temporada.
Saudaçoes coloradas!

Por, Raquel Saliba

Coluna do São Paulo

Vexame no Morumbi

Jean foi a exceção
Domingo a tarde, Morumbi. São Paulo jogando. O cenário que todo torcedor Tricolor aprecia e conhece tão bem, dessa vez veio acompanhado de um fator incomum: a derrota.
O mais querido que estava a 22 jogos sem perder no geral, e não perdia a 21 jogos no Morumbi( a última derrota para o Grêmio em maio de 2008, a única do ano) caiu para o raçudo e tinhoso Santo André.
Mais um jogo no ano, mais um sem uma grande exibição. O que vimos no estádio Cícero Pompeu de Toledo foi de um lado o São Paulo preguiçoso, desatento, sem criatividade e nitidamente sentido o cansaço imposto pela péssima tabela organizada pela FPF e a falta de entrosamento. Do outro lado, um Santo André com uma marcação e aplicação tática digna de deixar os italianos com inveja, um bom contra ataque e uma poderosa jogada de bola parada.
Logo aos 6 minutos a equipe do ABC abriu o placar. Jogada ensaiada em um escanteio que deixou a zaga são-paulina desnorteada e Osni subir sozinho para testar no canto. Com a vantagem no placar, o Ramalhão se fechou totalmente e arriscava pouco até nos contra-ataques. O São Paulo com uma lentidão enorme não conseguia penetrar na defesa adversária. Alguns lances de perigo surgiam em lampejos de Dagoberto e Wagner Diniz, mas nada de muito concreto. O poderio do ataque que estava a cargo de Washington, pouco foi acionado. Hernanes, Hugo e Jorge Wagner, encarregados de levar a bola ao ataque estiveram sumidos durante todo o primeiro tempo. As únicas atuações de destaque foram de Jean, que sozinho se matava para marcar no meio campo, e o sempre regular André Dias. Rodrigo que estreiou nesse ano esteve muito abaixo, falhando de uma maneira incomum para um jogador de seu gabarito.
No segundo tempo o Santo André voltou mais fechado ainda, tentando garantir o resultado. O São Paulo voltou com Arouca e Borges nos lugares de Wagner Diniz e Hugo respectivamente, pouco melhorou. Mesmo jogando com 3 atacantes pouco criou. Jorge Wagner que ainda não entrou em campo em 2009 estava morto, péssima atuação. Arouca entrou apagadíssimo, errando muitos passes e desligado. Hernanes muito sobrecarregado na armação, não conseguia também ajudar na marcação. E o problema continuava: falta de criação. A entrada de Richarlyson no lugar de Dagol pouco ajudou a solucioná-lo. O resultado foi que o Santo André anulava facilmente o São Paulo, e conseguiu ainda marcar o segundo gol, que aliás foi um retrato do que foi a partida pífia do Tricolor. Júnior Dutra vem com a bola dominada desde o campo defensivo do Santo André, chega com facilidade na intermediária são-paulina e ainda tem espaço para chutar e acertar o ângulo, sem chance para Rogério Ceni. E o pior de tudo: fez tudo isso cercado por 6 jogadores. Miranda, André Dias, Rodrigo, Jean, Hernanes e Jorge Wagner assistiram a cena impotentes e sem agir, o que machuca mais. Para piorar, depois de levar o segundo gol o São Paulo ainda perdeu Miranda, expulso(injustamente) por acúmulo de cartões amarelos. O cabeçeio de Borges no travessão foi o mais perto que o São Paulo chegou de marcar.
Temos basicamente duas semanas para a estréia da Libertadores, e com esse futebol apresentado até agora, prepare o coração torcedor são paulino: uma primeira fase cheia de sofrimento vem aí.

Confio no trabalho de Muricy, mas acho que chega de rodízio. Já está na hora de definir os 11 titulares e dar uma sequência ao time. Sem conjunto não existe time campeão, ainda mais para um time que almeja conquistar a Libertadores nesse ano.
Próximos Jogos
04/02/2009 - paulista 2009 - 5ª rodada
22h:00 - São Paulo x Bragantino
Por Caio Bandouk

Coluna do Palmeiras


Modo Lenny de destruição

Era uma tarde ensolarada de sol, e apenas os reservas e os zagueiros titulares do Palemiras foram até a bela Campinas.

A imprenssa dizia que por conta da circunstâncias, um empate diante da raçuda Ponte Preta seria de ótimo tamanho, já que o elenco alvi verde não é tão versátil como o do Corinthians e do São Paulo, invicto desde agosto.

Mas a bela tarde ensolarada mudou muitas coisas, e como mudou. O estreante no gol do verdão Deola, era conhecido por ser terceiro ou até quarto goleiro do elenco, sempre perambulava em empréstimos por Sertãozinho e Juventus da Moóca.

É bem verdade que o arqueiro debutante sofreu um gol, logo no início do jogo, mas depois honrrou e mostrou que é filho da melhor escola de goleiros do Brasil, vide Oberdan, Leão, Velloso, Diego Cavalieri e Marcos, o qual durante a sua aclimatação de altitude lá na Bolívia, viu Lenny marcar o gol de empate.

É, o garato de cabelo moicano, o netinho da vovó e tão criticado pela torcida, imprenssa e colunistas de blogs pegou o caminho certo.

O monólogo de Lenny só estava começando, pois no começo do segundo tempo aproveitando um apagão na zaga ponte pretana virou o jogo.

Mas o jogo estava equilibrado e um minuto depois, os campineiros igualaram o placar, pegando de surpresa até as câmeras da Globo, que mostrava a torcida palmeirense comemorando.

Torcida que seguiu, seu time mesmo sendo representada pelos reservas, esgotou os míseros 4 mil ingressos do setor visitante, mas tinha mais gente querendo ver o verdão, assim obrigando a PM aumentar o espaço na arquibancada.

Em campo a Ponte ia melhor, um terceiro gol seria justo.

Porém não são todos os times, que contam com um técnico estrategista no banco e com o poder de mudar um jogo.

A alterações cirurgicas no time, mudando o esquema do 3-5-2 para o 4-4-2, deixando o contra - ataque engatilhado.

Uma expulsão no time campineiro fez o verdão ir para cima e um penalti para coroar a tarde de Lenny, o qual bateu a cobrança no meio do gol, Aranha quase defende, mas nada parou Lenny esta semana, depois de marcar contra o Marília, entortar a zaga do Potosí, fechou a semana ou abriu já que domingo é uma nova semana, destruindo tudo e a todos, assim como o Palmeiras em 2009, um time voando baixo em campo.
O mesmo campo que espero dê alegrias.
Saudações Palestrinas
Por Renan Pucci


Coluna do Santos

Por: Gerson Pepe

Santos pára na trave e perde em Itu

Na noite de ontem em Itu, o Santos conheceu sua 1ª derrota na temporada, em um jogo totalmente fora do comum, o Peixe acertou 6 bolas na trave, teve um gol mal anulado e um penal não marcado.Mas também foi o jogo em que a equipe mais se comportou mal no ano, e mereceu a derrota, por conta de uma péssima organização tática e inúmeros erros de passes, em especial no 2º tempo.

No 1º tempo as chance se sucederam, tanto que a trave foi o grande destaque, Kléber Pereira carimbou as balizas do Ituano 4 vezes em apenas 35 minutos, o baixinho Mádson também chutou uma bola contra a trave, a equipe mostrou bom toque de bola e criou boas jogadas.Mas foi a equipe do interior que abriu o placar após cobrança de escanteio em que Triguinho perdeu a disputa de bola por subir de cabeça com os olhos fechados, a bola se ofereceu para o atacante do Ituano Ricardo Xavier, abrir o placar aos 28 minutos, 1x0!Já nos acréscimos do 1º tempo o Ituano ampliou com o atacante Alex Afonso, após rápido contra ataque que envolveu a zaga do Santos, 2x0!No 2º tempo o panorama não se alterou, e o atacante Roni acertou a 6ª bola na trave...Roni também teve um gol mal anulado, após boa jogada de Kléber Pereira o bandeira marcou um impedimento inexistente do KP, em lance que resultou no gol de Roni.

Mesmo com a tentativa do técnico Márcio Fernandes que fez 3 substituições, entraram : Molina, Bolaños e Thiago Luiz, nos lugares de Lucio Flavio, Triguinho e Roni.O Santos não conseguiu mudar nada no panorama da partida, e muito menos no placar.

Para piorar a jornada nada feliz do Santos, o equatoriano Bolaños sofreu penal não marcado pelo árbitro, após sofrer um empurrão sutil do zagueiro do Ituano.Bolaños não fez boa estreia, porém entrou no lugar de Triguinho para ocupar a faixa esquerda do campo, sendo que o equatoriano é meia-atacente e o Santos estava totalmente desorganizado na partida, daí ficou dificil...Ponto muito negativo nesta partida foi a zaga composta por Fabão e Adaílton, definitivamente ficou provado que ambos não podem jogar juntos, porque são muito lentos e são facilmente batidos em jogadas de velocidade e tabelas executadas pelos atacantes adversários.Para a partida de quinta-feira na Vila Belmiro contra o São Caetano, Eller e Domingos estarão a disposição de Márcio Fernandes, ambos estão curados de contusões e a torcida do Santos espera que assim a zaga se arrume.Outra expectativa da torcida é a estreia de Léo, porque a performance de Triguinho na lateral esquerda está sendo bem abaixo do esperado até o momento.
Agora é pensar na recuperação na próxima rodada, e sem a trave atrapalhando...


Próximo jogo:
Santos x São Caetano
Quinta-feira, 05/02 as 21:30h
Estádio: Vila Belmiro


SANTOS F.C. - Ninguém enalteceu mais o Brasil no Mundo.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Coluna do Cruzeiro

Em ritmo de treino!

O fraco Social não conseguiu parar o forte e rápido ataque cruzeirense

Foi assim que o Cruzeiro jogou contra o Social e conseguiu aplicar uma goleada por 5 a 0. O time celeste simplesmente dominou a partida toda, contra o fraco time de Governador Valadares, que teve um expulso e perdeu a calma logo após tomar o primeiro gol. Fábio, T. Heleno e L. Silva foram espectadores de luxo da partida, o Cruzeiro soube explorar o time do Social por todos os lados do campo e mostrou como o "rural" tem um nível baixo e não serve de parâmetro pras grandes competições, pelo menos entrosamento e velocidade esse time vem demonstrando.
A estréia do time diante dos 17 mil torcedores não poderia ser melhor, com dois gols de Ramires (volante? da logo a camisa 9 pra ele!), dois de W. "Paulisteroy" e um do melhor lateral-direito em atividade no Brasil, Jonathan. O time ainda se deu ao luxo de fazer testes, como Soares e Alessandro, ambos entraram jogando bem, buscando seu espaço e mostrando que os titulares não vão ter vida fácil.
O time agora tem uma semana toda para se preparar e enfrentar o Villa Nova, no Alçapão do Bonfim, dia 8 de fevereiro (domingo), buscando manter a liderança e o bom futebol apresentado pelo time, além de provavelmente poder, também, contar com reforços, como o volante Fabrício, que deve sair do DM ainda essa semana.

Enfim, o Gladiador!
Na minha última coluna eu escrevi que o nosso ex-atacante Guilherme estava de malas prontas pro Zaragoza, mas o time da segunda divisão espanhola não só deixou de levar ele, como ainda agradou a toda a torcida celeste com isso. Pra quem não entendeu, o Zaragoza tentou dar um calote nos irmãos Perrelas, pois eles queriam ficar com o Guilherme e dar ao Cruzeiro notas promissórias, pois se encontravam sem grana pra levar o atacante (culpa da crise). Conversa pra boi dormir, já tivemos experiencias, inclusive recentes, com times que dão sua "palavra" que vão pagar e passam a rasteira, como aconteceu com Wagner e os arabes do Al-Ittihad.
O lado bom disso tudo? Guigol foi acertado com o Dínamo de Kiev, e o Cruzeiro além de embolsar parte de 5 milhões de euros ainda garante o atacante Kléber, ex-Palmeiras, sonho de todos os torcedores, já que Kléber é o exemplo de raça que o time precisa pra Libertadores. Todos esperamos que o "Gladiador" jogue o que sabe, com a mesma vontade e garra que vinha jogando no Palmeiras, ano passado, onde se destacou. O futuro é indefinido, mas o "final feliz" já está encaminhando.
Outro reforço que chega a Toca, é o zagueiro Gustavo, também ex-Palmeiras, mais uma boa peça pro setor defensivo, mas que deve ser banco, já que nossa dupla de zagueiros titulares é melhor (T. Heleno e Anderson).

Os números de Kléber:

O "Gladiador" Kléber é o mais novo reforço da raposa pra 2009!
Data Nascimento: 12/08/1983
Naturalidade: Osasco-SP
Altura: 1,73 m
Peso: 72 kg
Carreira: São Paulo (2003); Dínamo de Kiev (2004 - 2008); Palmeiras (2008);
Títulos: Campeonato Mundial Sub-20 2003; Campeonato Ucraniano 2004 e 2007; Copa Ucraniana 2005, 2006 e 2007; Campeonato Paulista: 2008
Convocações Seleção Brasileira: Sub-20 2003

Saudações Celestes!!