segunda-feira, 3 de maio de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Coluna do Santos FC
Edu Dracena marcou seu primeiro gol com a camisa santista no fim do jogoA partida começou equilibrada no meio de campo, e sem nenhum dos ataques acertar nada até os dois minutos. Foi quando Carlos Alberto desceu pela direita, chutou errado para o meio da área. Ligeiro, Diego Tardelli se antecipou à defesa santista e num leve toque marcou: 1 a 0 para o Atlético Mineiro. No minuto seguinte, o primeiro erro da arbitragem. Robinho receberia em condições legais, mas foi apontado impedimento do atacante santista.
O Santos reagia especialmente pela esquerda com Pará. Na segunda tentativa, aos nove minutos, o lateral cortou para dentro e bateu colocado. Caprichosamente a bola tocou o travessão. Dois minutos depois foi a vez de Marquinhos fazer Aranha trabalhar em bom chute de fora da área. Aos poucos, o time de Dorival Júnior parecia querer mandar no jogo, mas os donos da casa estavam bem postados em campo e faziam valer a posse de bola. Aos 15, foi a vez de André chutar para o alto depois de jogada de Robinho.
Depois de equilibrar a partida novamente, o time santista viu seu goleiro trabalhar, de novo, aos 39 minutos, quando Muriqui, na entrada da meia-lua bateu colocado para defesa no canto esquerdo. Na cobrança de escanteio, a bola ficou com Júnior na esquerda. O experiente lateral cruzou no chão e Diego Tardelli, em posição duvidosa, dividiu com Felipe, levou a melhor e marcou: 2 a 0 para o Atlético Mineiro. O Santos tentou responder com bola levantada na área, mas Aranha saiu bem.
Aos 43 minutos, porém, o time santista mostrou porque não fica sem marcar no ano. Em momento muito importante, Wesley desceu pela direita e levantou com perfeição para Robinho que matou no peito, deixou escapar, mas buscou, deu um tapinha para tirar de Aranha para diminuir o placar: 2 a 1 para o Atlético Mineiro com direito a beijo símbolo santista à frente da torcida santista.
O primeiro tempo terminou bom para o Santos, que no fim, marcou um gol fora de casa, e que pode dar moral ao time no intervalo. Dorival Júnior não mexeu para o segundo tempo, enquanto Luxemburgo tirou Corrêa para colocar Jonílson no meio de campo.
O Santos agora vivia o dilema de atacar em busca do segundo gol e expor sua defesa, ou segurar-se na defesa para não tomar mais. De todo modo, a vocação da equipe é o ataque e a vontade de marcar o segundo prevalecia. Mas faltava ímpeto ao time santista e o menino Neymar talvez fizesse mais falta do que se imaginaria...
Dorival mudava aos 16 minutos: Maranhão entrou na vaga de George Lucas e Rodrigo Mancha na vaga de Marquinhos. Assim, o Santos ganhava apoio pelo lado direito, onde a defesa atleticana se complicava. Ao mesmo tempo, Macha daria proteção à zaga, com Arouca e Wesley ganhando liberdade no meio de campo. Três minutos depois, em seu primeiro ataque Maranhão colocou a bola com perfeição para Robinho subir e cabecear com estilo para Aranha defender. No mesmo minuto, Aranha pegou de novo, agora cabeçada de Durval.
Aos 25 minutos foi a vez de André deixar o gramado para a entrada de Zé Eduardo. O time de Dorival Júnior agora avançava, pressionava o time mineiro que já se armava para os contra-ataques. A essa altura, um gol seria muito importante para o time santista, mas a defesa mineira trabalhava bem.
Isso ocasionou os avanços do time santista, mas sem chegar muito perto do gol. Arouca e Wesley tentaram de longe, mas erraram o alvo. Foram, aliás, as últimas tentativas de gol do jogo que pelo ritmo intenso, terminou com todos os jogadores exaustos.
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terça-feira, 27 de abril de 2010
Coluna do Inter
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Coluna do Santos FC
Por: Gerson Pepe
Meninos da Vila ampliam vantagem na decisão contra o Ramalhão, virada e superação de Wesley se destacaram
Depois de primeiro tempo muito ruim, Wesley decide no segundo tempo
Como preconizava o discurso dos jogadores e da comissão técnica santista, o jogo da final não seria fácil. Depois de um primeiro tempo em que o Santo André foi melhor e venceu por 1 a 0, o Santos voltou a jogar o que sabe na segunda etapa, marcou três vezes. Sofreu mais um e o placar de 3 a 2 praticamente garantiu o título do Campeonato Paulista de 2010. Wesley foi o grande herói da partida.
Antes do primeiro minuto o Santos fez o Pacaembu explodir em bela jogada de Robinho e Marquinhos, que deixaram Wesley com chance de finalizar. O chute foi bom, reto, forte, mas Júlio César pegou. Mas a grande chance foi do Santo André quando Toninho aproveitou falha de Felipe em cobrança de escanteio, mas cabeceou pra fora, aos três minutos. Logo depois Rodriguinho arrancou e finalizou bem para boa defesa de Felipe! Início eletrizante no Pacaembu!
O ritmo, é claro, diminuiu, mas nem tanto. Corajoso, o Santo André encarava o Santos igualmente. Além disso, a marcação andreense segurava o ataque santista especialmente no nascedouro das jogadas, ou seja, os pés de PH Ganso e Marquinhos. Com isso, o time santista demorou em assustar novamente o goleiro Júlio César depois da pressão inicial.
O primeiro lance a arrancar suspiros da torcida santista aconteceu somente aos 19 minutos, quando Marquinhos viu Wesley passar pela ponta. O volante santista recebeu e bateu forte pra fora. No minuto seguinte Branquinho avançou pela esquerda e bateu para ótima defesa de Felipe. No escanteio, novamente Toninho subiu sozinho, mas apenas resvalou na bola, ainda tirando essa da cabeça de Alê.
Aos 25 minutos, Robinho chamou a responsabilidade iniciando perigosa jogada pela esquerda. Neymar recebeu no meio, dentro da área e bateu travado. A bola encontrou PH Ganso livre, na entrada da pequena área. No arremate, a bola tocou em Robinho, saiu da direção do gol. Para piorar, o atacante ainda estava impedido.
Melhor em campo, apesar de um pênalti contestado pelos santistas, o Santo André abriu o placar aos 34 minutos no estádio do Pacaembu. Bruno Cesar, camisa 10 da equipe do ABC bateu falta com perfeição, que passou por todos que estavam na área para morrer na rede: 1 a 0, Santo André. Três minutos depois Edu Dracena falhou e entregou a bola para Nunes, que tocou para Rodriguinho girar e bater pra fora, assustando o gol de Felipe.
O Santos voltou a assustar aos 42 minutos quando Léo avançou pela esquerda, fez linda jogada na ponta e tocou para Robinho. Dentro da área, e acossado pelos zagueiros, bateu sem direção, bola que passou pelo lado esquerdo do goleiro, para fora. Mas o Santo André ainda era superior e Nunes recebeu livre na esquerda, mas bateu pra fora, já aos 45. No mesmo minuto, Rômulo saiu do campo de defesa e na velocidade apareceu na cara de Felipe que hesitou e viu o jogador andreense falhar e jogar a bola pra fora.
Segundos antes do fim do primeiro tempo, Wesley fez falta e tomou o primeiro cartão amarelo para santistas. Pendurado, tornou-se também o primeiro desfalque para o segundo jogo da decisão. Com problemas no olho e no tornozelo, Neymar não voltou para o segundo tempo. André era a novidade no Santos.
Nos primeiros segundos de jogo o Santos mostrou outro espírito. Robinho recebeu após linda arrancada de PH Ganso, driblou e bateu em cima da zaga. Na sobra Marquinhos levantou na área para André que deixou a bola cair para bater de primeira e ver Júlio César fazer a defesa. Aos três, André recebeu de Robinho, fez o pivô e tocou para Marquinhos que bateu bem, mas para fora.
A pressão santista seguia dois minutos mais tarde Léo tabelou com Marquinhos. O lateral santista recebeu dentro da área e cruzou. Um tanto forte, porém, e André não alcançou. Sem o empate a pressão continuava e a defesa do Santo André se virava. O ataque santista chegava com lindas tramas e toques de bola. Faltava o gol. Muito em função do ferrolho armado pelo Santo André.
O gol, porém, não poderia demorar muito a sair, como não demorou. Após cobrança de escanteio PH Ganso dominou dentro da área. Cercado por marcadores levantou na segunda trave para o garoto André, aos 12 minutos subir e cabecear rente ao travessão: 1 a 1, justo, pelo ímpeto santista no segundo tempo. Mas o Santo André não estava vencido e aos 16 minutos Felipe foi obrigado a fazer ótima defesa em chute de Rodriguinho.
No contra-ataque, porém, castigo para a equipe do ABC. Wesley disparou pela direita, tocou para Robinho e continuou correndo. Recebeu e tinha uma avenida para avançar. O fez e apareceu na cara de Júlio César, bateu cruzado no canto direito para marcar o gol da virada santista: 2 a 1, para o Santos! O Santo André, claro, se atirou ao ataque, e agora era hora de a defesa santista se virar, especialmente nas tentativas pelo alto.
Enquanto a defesa santista conseguia evitar novo empate, com a bola no pé, os ataques eram cadenciados, mas objetivos, mantendo a posse da jogada e sendo incisivo. Isso rendeu frutos e aos 24 minutos Wesley recebeu de Marquinhos nas costas da zaga, avançou e bateu forte. O goleiro ainda tocou nela, mas a bola entrou: 3 a 1 para o Santos, e com Wesley, um símbolo deste time e que não joga a segunda partida, decidindo o jogo.
Uma goleada começava a se desenhar e aos 27 Marquinhos recebeu de PH Ganso e cruzou, André não pegou e a bola sobrou para Robinho que bateu e foi travado pela zaga. Logo depois, Toninho, foi expulso após receber o segundo cartão amarelo. O título ficava muito próximo ainda no primeiro jogo e Dorival chamou Madson que entrou na vaga de Pará. Tudo isso aos 30 minutos.
Três minutos depois Bruno César fez grande jogada pela esquerda e rolou para Gil que bateu de esquerda. A bola ficou na rede, mas do lado de fora, assustando demais todo o estádio. O Santos respondeu e Ganso cruzou da direita, rasteiro. André, no entanto, não alcançou. Aos 36 Felipe voltou a trabalhar com ótima defesa. Dois minutos depois, o goleiro nada pôde fazer quando Gil bateu de primeira, a bola tocou a trave e bateu em Rodriguinho e entrou. Diminui o Santo André: 3 a 2 para o Santos.
Após relaxar e sofrer o segundo gol, o time de Dorival Júnior voltou a tentar o ataque, enquanto o Santo André buscava novo empate. Ninguém fez o suficiente para alcançar seus objetivos e o 3 a 2 no Pacaembu e deixou o Santos com uma mão na taça.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
Coluna do Inter
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Coluna do Santos FC
Time da casa saiu na frente, Santos virou o placar e tomou virada no fimPrecisando de uma goleada histórica para avançar na competição, mas pouco acreditando nela, o Guarani resolveu atacar no começo do jogo e logo com um minuto, Anderson Costa recebeu cruzamento, mas não alcançou, deixando de aproveitar a oportunidade.Três minutos depois, e aos seis, o clube campineiro chegou com perigo da esquerda, mas a defesa santista rechaçou.
As bolas paradas continuavam sendo a principal arma santista e aos 18 minutos Madson bateu falta e o goleiro espalmou para escanteio. Após a cobrança, Breitner divide e mesmo assim cruza para André que cabeceia para boa defesa do goleiro. Juliano ainda trabalharia novamente, aos 25, quando George Lucas cobrou escanteio bastante fechado e quase marca gol olímpico.
A essa altura o jogo já era todo do Santos, que dominava as ações no campo ofensivo. Aos 30, George Lucas deu mais um de seus ótimos cruzamentos, André mergulhou e cabeceou para estupenda defesa de Juliano. O lance, porém, estava parado, por mais um impedimento de André.
Aos poucos, o Guarani reequilibrou a partida, e aos 37, o lateral-direito Da Silva tabelou com Anderson Costa que fez bem a jogada de pivô. O lateral saiu na cara de Felipe, mas bateu mal. Logo na sequência o Santos respondeu com Breitner dando lindo passe de calcanhar para Rodriguinho, da entrada da área bater forte para outra defesa de Juliano.
As equipes voltaram sem mudanças para o segundo tempo, e o primeiro lance de perigo aconteceu aos cinco minutos, quando Fabinho Romão bateu forte de fora da área e Felipe se esticou para fazer bela defesa. No minuto seguinte Da Silva desceu pela direita e bateu bola que desviou em Bruno Aguiar, enganando o goleiro santista e abrindo o placar: 1 a 0, para o Guarani.
A vantagem do Guarani durou pouco. Cinco minutos depois o principal (ou único) toque de classe do meio de campo santista que esteve em Campinas, Breitner bateu falta magistral, tirando da barreira, para empatar o confronto: 1 a 1. Quatro minutos depois foi a vez de Madson tentar o gol em cobrança de falta, mas Juliano defendeu. O que voltou a fazer dois minutos mais tarde, em chute, sem ângulo, de Madson.
O Santos pressionava e aos 18 minutos Breitner desceu pela esquerda e a bola sobrou para Madson, dentro da área bater forte para outra boa defesa de Juliano, que deu rebote, mas se recuperou e ficou com a bola. Deu resultado, e aos 20 minutos Alex Sandro começou a jogada e cruzou. A bola foi parar com George Lucas do lado direito. Mais um ótimo cruzamento foi efetuado, e Alex Sandro bateu forte, sem marcação, para virar o placar: 2 a 1, Santos.
Logo após o gol, Dorival Júnior efetuou as primeiras alterações. André e Breitner saíram para as entradas de Marcel e Giovanni, respectivamente. Assim, nenhum dos jogadores que estavam na linha do Santos foram revelados nas categorias de base do clube, e coincidentemente ou não, a qualidade do jogo santista caiu.
Mas Giovanni e Madson ainda estavam em campo, e aos 28, Madson tabelou com Giovanni que deixou o baixinho na cara do gol. Mesmo com a perna direita, Madson bateu forte, a bola bateu na trave e não entrou por detalhe. Dorival mudou de novo, com Madson saindo para a entrada de Zezinho.
Aos 42 minutos do segundo tempo Giovanni voltou a mostrar que quem conhece nunca esquece. Dominou na intermediária ofensiva, deu lindo drible no marcador e tocou para Marcel, que bateu fraco na saída do goleiro, dando tempo para o zagueiro tirar. Quem não faz... E um minuto depois Richard Falcão aproveitou o cruzamento, subiu bonito e empatou a partida: 2 a 2.
Já nos acréscimos, Mário Lúcio fez linda jogada pela esquerda e cruzou para Richard Falcão, que já sem goleiro, empurrou a bola para a rede para se tornar o nome do jogo e dar nova reviravolta no placar: 3 a 2 para o Guarani.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
Coluna do Santos FC
Por: Gerson Pepe
Meninos da Vila massacraram os segundinos da FPF e estão na final do Paulistão 2010
Festa santista teve direito a olé da torcida no final do jogo, e claro, paradinha
Como era de se esperar, os rivais Santos e São Paulo fizeram uma partida bastante nervosa na Vila Belmiro. Mais uma vez, porém, o time de Dorival Júnior foi superior, mandou em campo no primeiro tempo, e fez os gols no segundo Neymar duas vezes, e PH Ganso, decretaram a goleada por 3 a 0, classificando o Santos para a final do Campeonato Paulista.
Santos e São Paulo iniciaram a partida jogando de forma franca, buscando dominar a partida e a posse de bola. O Santos fazia questão de valorizar o passe quando tinha a bola, e o São Paulo tentava ser incisivo. O primeiro lance de perigo, porém, foi santista, aos cinco minutos, quando Neymar em ótimo passe encontrou Robinho dentro da área. De frente para Rogério, o camisa sete santista bateu em cima do goleiro.
Apesar da experiência, o São Paulo parecia nervoso, o que facilitou ao time santista tomar as rédeas da partida, sem exigir, porém, qualquer defesa de Rogério Ceni. Aos 13 minutos Robinho recebeu em profundidade e na saída do goleiro tinha a possibilidade do passe, mas tentou driblar Ceni, foi desarmado e pediu o pênalti.
O ritmo santista caiu, com o São Paulo passando a dominar o jogo e tentando, especialmente em jogadas aéreas, quase sempre em lances de bola parada. A defesa santista se virava para rechaçar a principal arma do rival.
Aos 40 minutos Rogério Ceni voltou a trabalhar. Após ótima troca de passes na entrada da área, Pará teve personalidade e bateu forte de esquerda. O goleiro são-paulino defendeu, mas espalmou para o meio da área. Neymar dominou e chutou forte. Alex Silva se esticou salvando o que seria o gol santista.
As duas equipes voltaram para o segundo tempo da mesma maneira que terminaram o primeiro, sem substituições. A grande diferença, porém, era o São Paulo atacando o Santos. Apesar de alguns vacilos, a defensiva santista dava conta do recado e aos quatro minutos, no primeiro contra-ataque Neymar tocou para Wesley bater forte e assistir Rogério Ceni defender com dificuldade.
Aos poucos o Santos retomava a condição de dono da partida. Robinho dominou na ponta direita ao oitos minutos e passou por três são-paulinos, na velocidade ainda passou por Miranda e quando ia bater, Alex Silva cortou evitando um golaço. Na cobrança de escanteio, Robinho bateu cruzado e Ceni pegou de novo. O São Paulo mudava e Washington entrou no lugar de Cléber Santana.
Depois de dominar a bola por muito tempo, deixando toda a defesa são-paulina na roda. Wesley dominou na intermediária e partiu pela ponta, fez o passe para Marquinhos que já dentro da área cruzou na entrada da pequena área. Neymar se jogou de peixinho para aos 14 minutos marcar o primeiro gol santista: 1 a 0, e choradeira na Vila, já que ao sofrer a falta de Alex Silva, Neymar caiu e tocou com o braço, projetado para evitar a queda e marcou.
O Santos todo trabalhava bem. Aos 19 o São Paulo subiu ao ataque e Washington exigiu de Felipe sua primeira defesa no jogo. O garoto santista não decepcionou e evitou o gol de empate são-paulino. Aos 22 também, com Hernanes tentando de fora da área. A resposta santista foi boa e três minutos depois Neymar foi lançado em profundidade e antes de bater fraco, puxado por Alex Silva. O juiz não marcou a penalidade.Enfim, Dorival Júnior resolveu fechar o time santista, e aos 32 minutos Rodrigo Mancha entrou na vaga de Marquinhos. No mesmo minuto, Jorge Wagner aproveitou cruzamento da direita e Felipe fez defesa espetacular, no chão, evitando mais uma vez, o gol são-paulino.
Aos 35 minutos, Robinho recebeu de PH Ganso e avançou pela esquerda, tocando inteligentemente para Neymar, em condição legal dominar à frente de Miranda, que o derrubou. O pênalti demorou, mas foi marcado. Na cobrança Neymar deu novamente a paradinha, Rogério Ceni não foi tão espalhafatoso quanto na primeira fase, mas dobrou os joelhos do lado esquerdo e viu Neymar bater no canto direito: 2 a 0 Santos.
Logo em seguida, Neymar e Robinho saíram para a entrada de Madson e Zé Eduardo. Aos 40 minutos, a vaga na final do Campeonato Paulista já estava garantida, e com direito a olé na Vila Belmiro.
No primeiro lance de Madson em campo, o baixinho fez o que quis na ponta-esquerda e cruzou para o meio da área. PH Ganso no meio da área, apenas escorou para o fundo do gol e fazer o que era uma simples vitória, virar uma goleada: 3 a 0 Santos!

Em clima de festa dos reservas e gritos de olé da torcida, o Santos já passava a pensar na final do Campeonato Paulista.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Coluna do Santos FC
Por : Gerson Pepe
Show de bola, bolo, refrigerante e goleada nos 98 anos do Santástico: 8x1 pra cima do Bugre
Neymar marcou cinco gols, Robinho fez dois e Marcel marcou um de pênalti
Em dia de festa na Vila Belmiro pode ter faltado qualquer coisa, menos gol. Na data de seu 98º aniversário, o Santos massacrou o Guarani pelas oitavas-de-final da Copa do Brasil. Na goleada por 8 a 1, Neymar marcou cinco vezes, Robinho fez dois e Marcel, de pênalti também marcou.
O Guarani se propôs a ir pra cima do Santos logo no começo do jogo, e antes do primeiro minuto assustou em descida pela esquerda. A defesa santista dominou a bola e saiu no contra ataque. Robinho acertou lindo passe e Arouca dentro da área foi derrubado. Na cobrança, com menos de dois minutos Neymar partiu, parou, e vendo o goleiro saltar para direita, rolou manso na esquerda para abrir o placar: 1 a 0 Santos.
Logo depois, aos quatro minutos, Neymar recebeu ótimo passe de Marquinhos e dentro da área, de frente para o goleiro, bateu visando o lado esquerdo do gol. Juliano foi bem e fez a defesa. O atacante Neymar ainda teve duas boas chances, mas não aproveitou. De todo modo, o jogo estava bastante movimentado, com o Guarani muito dinâmico, mas esbarrando na qualidade santista.
As principais jogadas santistas estavam concentradas em Neymar, que em alguns instantes pecava pelo preciosismo. Não foi o caso aos 21 minutos, quando além do camisa 11, PH Ganso e Robinho fizeram linda tabela. Uma pena Neymar ter errado o passe de calcanhar que deixaria Ganso na cara do gol. Aos 25 minutos, Neymar desceu de novo pela esquerda, cruzou e antes de André chegar, a zaga tirou.
Depois de tanto tentar, Neymar conseguiu marcar seu segundo gol. Dominou aos 29 minutos na entrada da área, procurou André que fazia o pivô e por sorte tabelou com o zagueiro. Esperto, o centro-avante santista fez a parede, enquanto Neymar escapolia para aparecer na cara do gol e marcar: 2 a 0 Santos, que ampliaria dois minutos depois. PH Ganso achou Robinho livre na ponta esquerda. O atacante santista, com a camisa 200, esperou a bola chegar para bater no mesmo canto esquerdo do segundo gol: 3 a 0 para o Santos, ainda aos 32 minutos do primeiro tempo.
O Santos seguia tentando ampliar o placar e Ganso desperdiçou duas boas chances. Na pressão, e na base do toque de bola, Arouca tocou para Ganso e avançou na área para receber ótimo passe do craque santista. O volante apareceu livre dentro da área pela ponta direita e tocou para Neymar, dentro da pequena área apenas botar para dentro e ampliar a goleada: 4 a 0 para o Santos.
Aos 41, Marquinhos recebeu bom passe de Ganso e pela esquerda cortou para dentro e cruzou para Robinho. A zaga foi mais esperta e jogou para escanteio. Na segunda cobrança, Marquinhos por pouco, não marca um lindo gol olímpico, mas a bola saiu. Três minutos mais tarde, Neymar deu lindo toque à frente de Cléber Goiano que deu forte rasteira no garoto santista, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Após a cobrança, Ganso fintou um zagueiro e bateu de longe da área por cobertura. O goleiro se esforçou, deu um tapa e a bola bateu no travessão. No rebote, André cabeceou também no travessão para alívio bugrino.
Para a segunda etapa, Dorival Júnior ousou mais uma vez e tirou o lateral-esquerdo Léo para a entrada de Madson. André também saiu e Marcel ganhou mais uma oportunidade. O Guarani tirou Walter Minhoca para a entrada de Moreno, e Anderson saiu para a entrada de Da Silva, fechando a equipe na defesa.
Logo no primeiro minuto Neymar desperdiçou ótima oportunidade, de cabeça, em perfeito cruzamento de Wesley. A bola saiu pela esquerda, raspando a trave. Três minutos depois Madson dominou na meia-lua em cobrança de escanteio e bateu forte, mesmo de direita para ótima defesa de Juliano.
Aos dez minutos Neymar avançou agora pela direita e de letra cortou o zagueiro que o derrubou. Dentro da área é pênalti. O atacante Marcel se encarregou da cobrança e bateu forte, no canto esquerdo. Juliano acertou o canto, mas não pegou: 5 a 0 para o Santos. Três minutos mais tarde, em ótima trama, Neymar cortou para dentro e bateu forte para boa defesa de Juliano. Na sequência, Marquinhos recebeu e lançou por cima, para Robinho, que se antecipou ao goleiro e de cabeça encobriu o goleiro para ampliar ainda mais o placar: 6 a 0.
Dorival Júnior não parecia satisfeito com o elástico placar santista e tirou o zagueiro Edu Dracena para a entrada de Pará, jogando apenas com um zagueiro, um volante e um lateral de origem. Quatro meias ofensivos e três atacantes.
Acuado, o Guarani dava campo ao Santos, mas se fechava demais na defesa. O time da Vila não forçava tanto a passagem, buscando as jogadas em tabelas curtas que pouco tinham resultados, pela entrada da área congestionada. Em um dos avanços do Guarani, o clube de Campinas teve cobrança de falta. Moreno bateu de longe aos 28 minutos, no ângulo, sem chances para Felipe e qualquer outro goleiro. Golaço! Santos 6 a 1!
Quando o time do Guarani começava a entrar na brincadeira de dar espetáculo, PH Ganso deu lançamento fantástico para Robinho na ponta esquerda que de primeira colocou a bola na cara do gol para Neymar dominar e com um tapinha tirar o goleiro da jogada, marcando mais um golaço. O quarto do garoto na Vila Belmiro: 7 a 1 para o Santos.
Irresistível! Essa é a palavra para definir este time santista. Madson dominou na defesa pelo lado esquerdo e arrancou. Ganso fez a parede e Madson seguiu com a bola, depois passada para Robinho, que tabelou com Neymar deixando o garoto na cara do gol. Covardia! Neymar tocou na saída de Juliano para marcar o seu quinto gol no jogo: 8 a 1 para o Santos.
Timidamente, por incrível que pareça, o Santos ainda tentava o nono gol nos minutos finais, mas sem sucesso.
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