domingo, 27 de fevereiro de 2011

Coluna do Santos FC


Adilson Batista é demitido do Santástico
Cúpula Santista argumenta queda técnica como ponto preponderante para demissão

A torcida pediu, contestou e o técnico Adilson Batista acabou deixando o cargo de técnico do Santos. Os resultados não eram dos piores, mas a derrota no clássico contra o Corinthians iniciou uma grande pressão em cima do treinador, que se tornou maior após empate contra o São Bernardo. Antes do jogo contra o Cerro Porteño (PAR), a diretoria acabou optando por trocar o comando técnico.

A decisão foi tomada na tarde de hoje após longa reunião entre a diretoria e a presidência do clube. A cúpula não estava satisfeita com os resultados e o futebol apresentado nos últimos jogos. Assim, a saída de Adilson Batista foi anunciada.

ADILSON BATISTA NO SANTOS
JOGOS11
VITÓRIAS5
EMPATES5
DERROTA1
APROVEITAMENTO60,6%
GOLS PRÓ23
GOLS CONTRA13

A gota d´água foi sábado, com o empate diante do São Bernardo, pelo Campeonato Paulista. Com uma escalação contestada e o time não conseguindo render, o Peixe só empatou em 1 a 1. Adilson deixou o gramado da Vila Belmiro vaiado e ainda mais pressionado. Cerca de 24 horas depois foi demitido.

A diretoria, agora, corre para procurar outro técnico. Na quarta-feira, frente ao Cerro Porteño-PAR na Vila, pela Libertadores, o time deve ser comandado pelo auxiliar Marcelo Martellote.

Especulações:

Já são especulados 3 nomes para substituir Adilson Batista no comando técnico do Santástico, Carlos Alberto Parreira, Abel Braga e a volta de Dorival Jr.












sábado, 26 de fevereiro de 2011

Coluna do Santos FC

Santástico joga mal e apenas empata com o Bernô
Peixe sai na frente, mas cede empate ao Bernô e sai de campo sob vaias da torcida; pressão sobre Adilson aumenta

O futebol envolvente, de passes precisos, dribles desconcertantes e gols bonitos, que se tornaram marcas registradas do Santos, parecem ter desaparecido. Mais uma vez a equipe não jogou bem e apenas empatou em 1 a 1 com o São Bernardo, neste sábado, na Vila Belmiro.

O resultado, além de aumentar a pressão sobre a equipe, que apenas empatou na estreia da Libertadores contra o Deportivo Táchira (VEN) e foi derrotada no clássico com Corinthians, deixa a equipe em quarto lugar na competição, ainda mais longe dos líderes.

Apesar de ter saído na frente ainda no primeiro tempo, o Alvinegro voltou mal para o segundo tempo e cedeu o empate à equipe do ABC, que com o empate permanece na 15ª posição na tabela, correndo risco de rebaixamento.

Na próxima rodada o Santos encara o Oeste, sábado, às 21h, em Itápolis. Antes disso, o time de Vila Belmiro recebe o Cerro Porteño (PAR), quarta-feira, pela segunda rodada da Copa Libertadores. Já o São Bernardo pega o Mogi Mirim, sexta-feira, às 20h30, no estádio Primeiro de Maio.


O jogo

Apesar de Adílson Batista ter garantido durante a semana que escalaria o Santos com força máxima para o duelo contra o Bernô, o treinador não pode levar à campo a equipe que gostaria. Horas antes da partida, o técnico santista ganhou dois desfalques. Diogo, com uma amigdalite, foi poupado e Arouca, que sentiu uma lesão no joelho direito, não foi relacionado e passou a ser dúvida para o jogo da próxima quarta-feira, contra o Cerro Porteño, pela Libertadores.

Apesar das baixas, o Peixe começou o jogo partindo para cima e quase abriu o placar logo no primeiro minuto. Neymar tabelou com Zé Eduardo, invadiu a área, driblou Leandro Camilo e bateu rasteiro. O goleiro Marcelo Pitol conseguiu espalmar e mandou a bola na trave.

A pressão persistiu e aos três minutos foi a vez de Elano quase marcar o primeiro. O meia cobrou falta com força e exigiu grande defesa do goleiro do Tigre.

Tentando responder à pressão santista, o Bernô levou perigo aos sete minutos. Lucas chutou e foi travado por Bruno Rodrigo. Na sobra, Elionar Bominha, de frente para o gol, bateu forte e Rafael fez linda

defesa. Na sequência, o Peixe aproveitou a desorganização da zaga adversária e puxou contra-ataque com Neymar. Ele lançou Zé Eduardo, que encontrou Felipe Anderson livre dentro da área. Porém, o meia chutou com pouca força, facilitando a vida do goleiro Marcelo Pitol.

O Santos apostava nas jogadas em velocidade. Neymar e Zé Love se movimentavam no ataque,

deixando a área muitas vezes para buscar jogo. Outro que criava boas chances era o lateral Jonathan, que jogava às costas do lateral Reinaldo.

Aos 13 minutos, o lateral-direito do Peixe fez boa tabela com Felipe Anderson, foi à linha de fundo e, ao invés de chutar, tentou o cruzamento para Zé Eduardo. Leandro Camilo cortou e Marcelo Pitol ficou com

a bola.

Por sua vez, o São Bernardo apostava nos contra-ataques para surpreender o time da casa. Aos 31 minutos, Júnior Xuxa driblou Durval e encontrou Danielzinho, livre, na área. O atacante deu um leve desvio de cabeça e a bola passou à direita do gol de Rafael, com muito perigo.


Se com a bola rolando o Santos tinha dificuldades para abrir o placar, o jeito então foi resolver na bola parada. Aos 41, Neymar fez jogada individual e foi derrubado dentro da área por Leandro Camilo. Pênalti claro, que Elano bateu, com precisão, e fez para o Peixe. Com o gol, o meia se isolou na artilharia do Paulistão, com oito gols.

Mesmo em vantagem, o Peixe não conseguiu melhorar o seu futebol e voltou ainda pior para o segundo tempo. O São Bernardo, então, passou a ficar a maior parte do tempo no campo de ataque.

O Santos errava passes e quando chegava próximo ao gol de Marcelo Pitol pecava no último passe. O castigo não demorou a vir. Aos 21 minutos, Raul recebeu ótimo passe de Junior Xuxa, driblou o goleiro Rafael e rolou para o gol vazio, empatando a partida.

Com o placar em 1 a 1, o Alvinegro partiu para o desespero e acabou dando espaços para os visitantes. Aos 27, quase que o Bernô marcou no contra-ataque. No mano a mano, Danielzinho deixou Xuxa na cara do gol, mas o meia preferiu passar para Elionar Bombinha, ao invés de chutar.

Buscando a vitória o Peixe foi com tudo para o ataque, mas nem as substituições de Adílson, que colocou Maikon Leite e Pará, no lugar de Zé Eduardo e Jonathan deram jeito na equipe.

Assim, o empate persistiu e o Santos, que saiu de campo sob vaias, acumulou o terceiro tropeço consecutivo. Quarta-feira tem Liberta...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Coluna do Palmeiras

O MUNDO GIRA E ESPERAMOS A NOSSA VEZ.


Na noite do dia 2 de julho, deixei o pacaembú triste, ou pior sem perspectiva de ver melhora.
Não estava triste por ter perdido visto o Palmeiras ter perdido para o Flamengo, mas pelo modo de como o time vem despencando ao longo dos últimos anos.
A parada para a Copa do Mundo, veio na hora certa e junto com ela veio o desfecho de uma novela que atormentava e que parecia um sonho distante.
Kléber estava de volta ao nosso Palmeiras. Prova de como o fato foi tão impactante foi a presença de mais de cinco mil palmeirenses que se dispuseram a levar um quilo de alimento, encarar uma fila assustadora e numa tarde de um dia de semana.
Parecia que esperança voltava a rondar o palmeirense, a esperança de voltar a ver o seu time forte, ou melhor colocando medo nos rivais.
Outro boato que surgiu como sonho de reviver um passado vitorioso, não muito distante. Se concretizou.
Luis Felipe Scolari, o nosso Felipão foi anunciado como o novo técnico do nosso Palmeiras.
O treinador que levou nosso time a glória suprema de ser campeão da américa está de volta.
Como também o interesse de jogadores de nome virem a integrar o elenco.
Isto bastou para o palmeirense voltar a sorrir e realmente se sentir na obrigação de elogiar a diretoria que vinha sendo tão criticada.
Diretoria que creio eu, não errava por omissão, mas sim por paixão, por ter tão boas intenções acabava errando e dentro das limitações atuais passava a imprenssão de estar pensando pequeno.
Outra mudança foi o patrocinador, a Sansung teve o contrato de patrocínio rompido, pois esta queria exclusividade na camisa. O Palmeiras queria explorar mais a sua marca, assinou com a Fiat que pagará aproximadamente a mesma coisa, mas deixará outras marcas serem expostas no uniforme, assim mais receitas virão.
E por fim, surgiu a possibilidade de o novo Palestra Itália vir a sediar jogos da Copa do Mundo em 2014, já que o Morumbi não foi aprovado e os governos municipais e estaduais se negaram a construir um estádio.

SAUDAÇÕES ALVI VERDE
E QUE AS COISAS COMECEM A DAR CERTO NO CAMPO!!!!

Por Renan Pucci

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Coluna do Santos FC

Por: Gerson Pepe

SANTOS FC CAMPEÃO PAULISTA 2010






quinta-feira, 29 de abril de 2010

Coluna do Santos FC

Por: Gerson Pepe

Santos perde no Mineirão, mas marca 2 gols qualificados e decide na Vila a vaga na semifinal
Com Diego Tardelli inspirado, Santos é derrotado no Mineirão, mas precisa de vitória simples na volta

Edu Dracena marcou seu primeiro gol com a camisa santista no fim do jogo

Num Mineirão lotado e com uma pressão absurda, o Santos encontrou um Atlético Mineiro bastante consciente e mortal com seu artilheiro Diego Tardelli. Mais do que se imaginava, o Santos sentiu falta do ímpeto do menino Neymar. Mesmo assim foi forte, terminou o jogo pressionando o adversário, e com a derrota por 3 a 2, basta ao Santos uma vitória simples na Vila Belmiro.

A partida começou equilibrada no meio de campo, e sem nenhum dos ataques acertar nada até os dois minutos. Foi quando Carlos Alberto desceu pela direita, chutou errado para o meio da área. Ligeiro, Diego Tardelli se antecipou à defesa santista e num leve toque marcou: 1 a 0 para o Atlético Mineiro. No minuto seguinte, o primeiro erro da arbitragem. Robinho receberia em condições legais, mas foi apontado impedimento do atacante santista.

O Santos reagia especialmente pela esquerda com Pará. Na segunda tentativa, aos nove minutos, o lateral cortou para dentro e bateu colocado. Caprichosamente a bola tocou o travessão. Dois minutos depois foi a vez de Marquinhos fazer Aranha trabalhar em bom chute de fora da área. Aos poucos, o time de Dorival Júnior parecia querer mandar no jogo, mas os donos da casa estavam bem postados em campo e faziam valer a posse de bola. Aos 15, foi a vez de André chutar para o alto depois de jogada de Robinho.

Mas Felipe também trabalharia, especialmente aos 19 minutos quando Tardelli escapuliu pelo meio e bateu forte, de frente. Foi uma bela defesa do santista. As chances santistas rareavam e o Atlético assustava nas bolas alçadas, embora ninguém aproveitasse os cruzamentos. O Santos só voltou a atacar aos 31 minutos quando Marquinhos de longe levantou na área, Durval saltou e resvalou na bola e Aranha conseguiu fazer a defesa.

Depois de equilibrar a partida novamente, o time santista viu seu goleiro trabalhar, de novo, aos 39 minutos, quando Muriqui, na entrada da meia-lua bateu colocado para defesa no canto esquerdo. Na cobrança de escanteio, a bola ficou com Júnior na esquerda. O experiente lateral cruzou no chão e Diego Tardelli, em posição duvidosa, dividiu com Felipe, levou a melhor e marcou: 2 a 0 para o Atlético Mineiro. O Santos tentou responder com bola levantada na área, mas Aranha saiu bem.

Aos 43 minutos, porém, o time santista mostrou porque não fica sem marcar no ano. Em momento muito importante, Wesley desceu pela direita e levantou com perfeição para Robinho que matou no peito, deixou escapar, mas buscou, deu um tapinha para tirar de Aranha para diminuir o placar: 2 a 1 para o Atlético Mineiro com direito a beijo símbolo santista à frente da torcida santista.

O primeiro tempo terminou bom para o Santos, que no fim, marcou um gol fora de casa, e que pode dar moral ao time no intervalo. Dorival Júnior não mexeu para o segundo tempo, enquanto Luxemburgo tirou Corrêa para colocar Jonílson no meio de campo.

Logo no primeiro minuto de jogo, o zagueiro Jairo Campos saiu jogando errado, Robinho roubou a bola e tocou para Ganso que de calcanhar e de primeira rolou para André bater pra fora, assustando o goleiro Aranha. Cinco minutos mais tarde Ricardinho deu lindo passe para Muriqui bater bem, e Felipe fazer outra boa defesa. No minuto seguinte o mesmo Muriqui arredondou bola perdida, tocou no meio para Diego Tardelli, vir de encontro à bola, dominar e bater de frente para Felipe, sem chance para o goleiro: 3 a 1 para o Atlético Mineiro.

O Santos agora vivia o dilema de atacar em busca do segundo gol e expor sua defesa, ou segurar-se na defesa para não tomar mais. De todo modo, a vocação da equipe é o ataque e a vontade de marcar o segundo prevalecia. Mas faltava ímpeto ao time santista e o menino Neymar talvez fizesse mais falta do que se imaginaria...

Dorival mudava aos 16 minutos: Maranhão entrou na vaga de George Lucas e Rodrigo Mancha na vaga de Marquinhos. Assim, o Santos ganhava apoio pelo lado direito, onde a defesa atleticana se complicava. Ao mesmo tempo, Macha daria proteção à zaga, com Arouca e Wesley ganhando liberdade no meio de campo. Três minutos depois, em seu primeiro ataque Maranhão colocou a bola com perfeição para Robinho subir e cabecear com estilo para Aranha defender. No mesmo minuto, Aranha pegou de novo, agora cabeçada de Durval.

Aos 25 minutos foi a vez de André deixar o gramado para a entrada de Zé Eduardo. O time de Dorival Júnior agora avançava, pressionava o time mineiro que já se armava para os contra-ataques. A essa altura, um gol seria muito importante para o time santista, mas a defesa mineira trabalhava bem.

Até reaparecer a qualidade técnica de PH Ganso e a estrela de Edu Dracena para marcar o seu primeiro gol com a camisa santista. O craque santista tocou para Zé Eduardo que fez jogada de pivô e de calcanhar devolveu para Ganso. O cruzamento, novamente perfeito na segunda trave e Edu Dracena subiu mais que a zaga para diminuir novamente: 3 a 2 para o Atlético que estava muito cansado e poderia sofrer pressão santista nos minutos finais. Mas o time da Vila também estava cansado.

Isso ocasionou os avanços do time santista, mas sem chegar muito perto do gol. Arouca e Wesley tentaram de longe, mas erraram o alvo. Foram, aliás, as últimas tentativas de gol do jogo que pelo ritmo intenso, terminou com todos os jogadores exaustos.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Coluna do Inter

Ressaca pós-Grenal - sem foto e nem alegria.

Como boa colorada que sou, enclausurei-me nos meus pensamentos nos dias que se seguiram à tragédia. Epopéia que se repete umas quatro vezes, no mínimo, todo ano (a não ser quando os co-irmãos resolvem ir para a Segundona e retirar-se antecipadamente do Campeonato Gaúcho), nunca deixa de ser completamente tenso para ambas as partes, independente do momento em que as equipes se encontram.
E essa epopéia foi simplesmente terrível. Falarei brevemente para depois focar na Libertadores - seguindo a tendência da direção colorada. Sem falar nos problemas eles não existem, correto? (he-he)

Um primeiro tempo torturante. Duas equipes ridiculamente falhas. O Inter até que esboçou uma reação nos ultimos minutos, mas nada de muito efetivo. Jogadores vão para o intervalo tendo um imenso 0x0 para pensar, aquele placar vazio mas com muita coisa pra se falar. De ruim.
Aparentemente só os gremistas pensaram. Em meio a toda aquela gritaria alvirrubra que ecoava no estádio, refletiram sobre a primeira etapa e conseguiram voltar com uma perspectiva diferente para o segundo tempo. Já o colorado não foi capaz disso. Voltou abalado, retrancado, desatento. Parecia um time acuado no campo do adversário. Era um time acuado. Não foi surpresa alguma sofrer um gol. E depois outro.

Com isso o Grêmio construiu um resultado formidável para levar até o Olímpico domingo que vem. Coloca as duas mãos, os cotovelos e os pés na taça do Campeonato Gaúcho 2010. Só um milagre pode modificar esse destino.

E no quesito milagre, só digo uma coisa: se houvesse um vale-milagre, com certeza usaríamos na noite de amanhã, em Buenos Aires. Porque ao que tudo indica, o clima não será dos mais fáceis para essa partida. O Banfield está muito bem no Campeonato Argentino e com certeza fará de sua casa um caldeirão para os adversários, como é costume aos times argentinos é mais um estádio que sufoca de tão próximo que o gramado é das arquibancadas.
E depois de desperdiçar o GreNal em casa e decepcionar a torcida, um jogo complicado como esse é um obstáculo tenso para o Inter. Para voltarmos com um resultado que alegre torcida, direção e imprensa, será que somente com um milagre?

O técnico Fossati deu a entender na tarde de hoje, que provavelmente não utilizará Alecsandro, pelo menos não para começar o jogo. Com isso seria um 3-6-1, meio estranho, só com Walter na frente. Ainda havia boatos de que D'Alessandro também não jogaria, então ficaria Giuliano e Andrezinho no meio, nenhum dos dois é muito adiantado, o que resultaria num ataque BEM mais ou menos.
Entretanto na noite desta terça-feira, já foram divulgadas declarações do meia argentino, dizendo que joga, sim senhor. Então o time fica mais plausível. Ainda assim, eu não abriria mão de dois atacantes, mas nem eu e nem você, caro leitor, somos treinadores do Inter, então, beijos.

Recolho-me a minha insignificância de torcedora, que está aos poucos aceitando conviver com a derrota de domingo e a iminência do próximo GreNal assombrando a semana que passa. Tenhamos fé no colorado de amanhã. É Libertadores. Deixemos o Gauchão de lado. Lembremos da quinta-feira passada e da classificação merecida e folgada. Podemos.

Vamos que vamos.

Saudações coloradas!

Por,

Raquel Saliba


segunda-feira, 26 de abril de 2010

Coluna do Santos FC

Por: Gerson Pepe

Meninos da Vila ampliam vantagem na decisão contra o Ramalhão, virada e superação de Wesley se destacaram
Depois de primeiro tempo muito ruim, Wesley decide no segundo tempo
Como preconizava o discurso dos jogadores e da comissão técnica santista, o jogo da final não seria fácil. Depois de um primeiro tempo em que o Santo André foi melhor e venceu por 1 a 0, o Santos voltou a jogar o que sabe na segunda etapa, marcou três vezes. Sofreu mais um e o placar de 3 a 2 praticamente garantiu o título do Campeonato Paulista de 2010. Wesley foi o grande herói da partida.

Antes do primeiro minuto o Santos fez o Pacaembu explodir em bela jogada de Robinho e Marquinhos, que deixaram Wesley com chance de finalizar. O chute foi bom, reto, forte, mas Júlio César pegou. Mas a grande chance foi do Santo André quando Toninho aproveitou falha de Felipe em cobrança de escanteio, mas cabeceou pra fora, aos três minutos. Logo depois Rodriguinho arrancou e finalizou bem para boa defesa de Felipe! Início eletrizante no Pacaembu!

O ritmo, é claro, diminuiu, mas nem tanto. Corajoso, o Santo André encarava o Santos igualmente. Além disso, a marcação andreense segurava o ataque santista especialmente no nascedouro das jogadas, ou seja, os pés de PH Ganso e Marquinhos. Com isso, o time santista demorou em assustar novamente o goleiro Júlio César depois da pressão inicial.


O primeiro lance a arrancar suspiros da torcida santista aconteceu somente aos 19 minutos, quando Marquinhos viu Wesley passar pela ponta. O volante santista recebeu e bateu forte pra fora. No minuto seguinte Branquinho avançou pela esquerda e bateu para ótima defesa de Felipe. No escanteio, novamente Toninho subiu sozinho, mas apenas resvalou na bola, ainda tirando essa da cabeça de Alê.
Aos 25 minutos, Robinho chamou a responsabilidade iniciando perigosa jogada pela esquerda. Neymar recebeu no meio, dentro da área e bateu travado. A bola encontrou PH Ganso livre, na entrada da pequena área. No arremate, a bola tocou em Robinho, saiu da direção do gol. Para piorar, o atacante ainda estava impedido.
Melhor em campo, apesar de um pênalti contestado pelos santistas, o Santo André abriu o placar aos 34 minutos no estádio do Pacaembu. Bruno Cesar, camisa 10 da equipe do ABC bateu falta com perfeição, que passou por todos que estavam na área para morrer na rede: 1 a 0, Santo André. Três minutos depois Edu Dracena falhou e entregou a bola para Nunes, que tocou para Rodriguinho girar e bater pra fora, assustando o gol de Felipe.
O Santos voltou a assustar aos 42 minutos quando Léo avançou pela esquerda, fez linda jogada na ponta e tocou para Robinho. Dentro da área, e acossado pelos zagueiros, bateu sem direção, bola que passou pelo lado esquerdo do goleiro, para fora. Mas o Santo André ainda era superior e Nunes recebeu livre na esquerda, mas bateu pra fora, já aos 45. No mesmo minuto, Rômulo saiu do campo de defesa e na velocidade apareceu na cara de Felipe que hesitou e viu o jogador andreense falhar e jogar a bola pra fora.
Segundos antes do fim do primeiro tempo, Wesley fez falta e tomou o primeiro cartão amarelo para santistas. Pendurado, tornou-se também o primeiro desfalque para o segundo jogo da decisão. Com problemas no olho e no tornozelo, Neymar não voltou para o segundo tempo. André era a novidade no Santos.

Nos primeiros segundos de jogo o Santos mostrou outro espírito. Robinho recebeu após linda arrancada de PH Ganso, driblou e bateu em cima da zaga. Na sobra Marquinhos levantou na área para André que deixou a bola cair para bater de primeira e ver Júlio César fazer a defesa. Aos três, André recebeu de Robinho, fez o pivô e tocou para Marquinhos que bateu bem, mas para fora.
A pressão santista seguia dois minutos mais tarde Léo tabelou com Marquinhos. O lateral santista recebeu dentro da área e cruzou. Um tanto forte, porém, e André não alcançou. Sem o empate a pressão continuava e a defesa do Santo André se virava. O ataque santista chegava com lindas tramas e toques de bola. Faltava o gol. Muito em função do ferrolho armado pelo Santo André.
O gol, porém, não poderia demorar muito a sair, como não demorou. Após cobrança de escanteio PH Ganso dominou dentro da área. Cercado por marcadores levantou na segunda trave para o garoto André, aos 12 minutos subir e cabecear rente ao travessão: 1 a 1, justo, pelo ímpeto santista no segundo tempo. Mas o Santo André não estava vencido e aos 16 minutos Felipe foi obrigado a fazer ótima defesa em chute de Rodriguinho.

No contra-ataque, porém, castigo para a equipe do ABC. Wesley disparou pela direita, tocou para Robinho e continuou correndo. Recebeu e tinha uma avenida para avançar. O fez e apareceu na cara de Júlio César, bateu cruzado no canto direito para marcar o gol da virada santista: 2 a 1, para o Santos! O Santo André, claro, se atirou ao ataque, e agora era hora de a defesa santista se virar, especialmente nas tentativas pelo alto.

Enquanto a defesa santista conseguia evitar novo empate, com a bola no pé, os ataques eram cadenciados, mas objetivos, mantendo a posse da jogada e sendo incisivo. Isso rendeu frutos e aos 24 minutos Wesley recebeu de Marquinhos nas costas da zaga, avançou e bateu forte. O goleiro ainda tocou nela, mas a bola entrou: 3 a 1 para o Santos, e com Wesley, um símbolo deste time e que não joga a segunda partida, decidindo o jogo.

Uma goleada começava a se desenhar e aos 27 Marquinhos recebeu de PH Ganso e cruzou, André não pegou e a bola sobrou para Robinho que bateu e foi travado pela zaga. Logo depois, Toninho, foi expulso após receber o segundo cartão amarelo. O título ficava muito próximo ainda no primeiro jogo e Dorival chamou Madson que entrou na vaga de Pará. Tudo isso aos 30 minutos.

Três minutos depois Bruno César fez grande jogada pela esquerda e rolou para Gil que bateu de esquerda. A bola ficou na rede, mas do lado de fora, assustando demais todo o estádio. O Santos respondeu e Ganso cruzou da direita, rasteiro. André, no entanto, não alcançou. Aos 36 Felipe voltou a trabalhar com ótima defesa. Dois minutos depois, o goleiro nada pôde fazer quando Gil bateu de primeira, a bola tocou a trave e bateu em Rodriguinho e entrou. Diminui o Santo André: 3 a 2 para o Santos.

Após relaxar e sofrer o segundo gol, o time de Dorival Júnior voltou a tentar o ataque, enquanto o Santo André buscava novo empate. Ninguém fez o suficiente para alcançar seus objetivos e o 3 a 2 no Pacaembu e deixou o Santos com uma mão na taça.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Coluna do Inter


Alguém ficou triste?
Inter vence por 3x0 e garante a classificação na Libertadores!

O jogo era decisivo. A chuva e a falta de luz nos arredores do Gigante da Beira Rio atrasaram a torcida colorada. Mas mesmo sem estar completamente lotado, o clima do estádio era de pressão. Um misto de pressão, nervosismo e coração na mão.
Se é que o pessoal ainda tinha coração, depois de domingo. Domingo que deixou todos cardíacos. Cardíacos e levemente pessimistas. Mesmo jogando em casa, muitos rostos apreensivos estavam presentes nas arquibancadas.

E o jogo começa. Beira Rio berrando. 1, 2, 3 minutos e GOL. Andrezinho mete de canhota para o fundo da rede e abre o placar. O estádio vibra! Mas que ótimo começo para a partida! O gol deu mais ânimo aos jogadores do Inter, que partiram cada vez mais pra cima do adversário. Adversário este que, por sua vez, sem poder encarar a equipe numa igualdade de qualidade, partiu para a arma de marcar toscamente. E quando o árbitro não é fresco, isso acaba dificultando o desenrolar do jogo, principalmente para a equipe que mais está atacando. D'Alessandro que o diga, foi jogado no ar inúmeras vezes...

O primeiro tempo foi permeado por jogadas de ataque do colorado, movimentação ótima do meio de campo e show de Guiñazu e de, pensando bem, quase todos os outros jogadores do Inter. Mas, ainda com tudo isso, era visível a falta de finalização da equipe, a marcação grosseira do Deportivo atrapalhou mais do que deveria, ou seja, faltou um pouco mais de empenho para anular as jogadas e a marcação. Não está tudo perfeito ainda, afinal.

Mas parece que tudo está se encaminhando para que o time cada vez mais se encontre em campo, o que é simplesmente fantástico. Achava que seria preciso uma reformulação total para que pudéssemos alcançar algum sucesso, agora não tenho mais tanta certeza. Graças a Deus!

O primeiro tempo terminou com este placar, mas com ânimos de goleada, de tão bem que o time estava. Principalmente em comparação ao que vínhamos vendo até agora. Os comentários à minha volta eram basicamente os mesmos.
"Mas tchê, o que aconteceu com esses caras? Tão incríveis!", "Olha a marcação do Alecsandro! O cara tá impressionante!", "Não dá pra acreditar que é o mesmo time!", além do clássico 'Mas o Guiñazu não é humano", de sempre. Por que né.

Enfim, o time era outro. E isso deixava a torcida simplesmente eufórica, acreditando cada vez mais na classificação.

Começa o segundo tempo e vivemos alguns momentos tensos. Pois a equipe do Deportivo Quito entrou com muito gás e tentou colocar uma pressão pra cima do Colorado. Bom que não durou muito. O Inter foi administrando e invertendo os papéis, com muita categoria. Aos 15 minutos Kleber lançou na cabeça de Bolivar que marca o segundo gol colorado. Agora sim! Tranquilidade no front vermelho!

A partir daí o jogo foi quase que inteiramente nosso. Como esperado os gandulas todos sumiram e os jogadores passaram a não ter muita pressa nas cobranças e em segurar a bola. Normal. Além disso, era visível que, mesmo com a vitória praticamente garantida, o time não estava desistindo do jogo. Em meio à administração do resultado, o Inter continuava procurando espaços e não desperdiçando ataques e contra-ataques. Buscou mais um gol até o último minuto, literalmente marcando-o nele. Giuliano, que havia entrado no lugar de Andrezinho - que fez uma partida ÓTIMA - marca um golaço e fecha o placar do jogo. 3x0.

Classificação garantida por méritos próprios, sem depender de ninguém.
Torcida faceira.
Direção amando a vida.
Jogadores cheio da grana (que nem antes).
Fossati cada vez mais afrouxando a corda do pescoço.
Tem alguém infeliz nessa história toda?
Impossível!

A não ser, é claro, os nossos co-irmãos. #momento.tiradinha.infame
Tenho espaço para uma previsãozinha, será? Bom, lá vamos nós. O Grêmio vai passar de fase na Copa do Brasil, pegará o Santos, perderá feio, mas tão feio, que eu vou rir até 2011. Fim.

E por falar neles, eles são nossos próximos adversários, pela primeira partida da final do Gauchão, enfrentaremos eles no Beira Rio domingo, dia 25 de abril de 2010.
Vamo que vamo. Quanto a isso não faço previsões. Além de dar azar, clássico é clássico, e vice e versa, como já disse filósofo Jardel.

Saudações coloradas!

Por,
uma feliz Raquel Saliba

Coluna do Santos FC

Por: Gerson Pepe

Com a vaga nas quartas-de-final garantida, Santos relaxa no fim e assiste a virada do raçudo Guarani
Time da casa saiu na frente, Santos virou o placar e tomou virada no fim

Praticamente classificado para a próxima fase do Campeonato Paulista e com um meio de campo bastante travado, com três volantes, o Santos fez partida bem longe do que o torcedor está acostumado a ver e no fim, já com o freio de mão puxado, viu um Guarani raçudo virar a partida e decretar a derrota santista por 3 a 2.

Precisando de uma goleada histórica para avançar na competição, mas pouco acreditando nela, o Guarani resolveu atacar no começo do jogo e logo com um minuto, Anderson Costa recebeu cruzamento, mas não alcançou, deixando de aproveitar a oportunidade.Três minutos depois, e aos seis, o clube campineiro chegou com perigo da esquerda, mas a defesa santista rechaçou.

No primeiro lance de perigo, o Santos chega ao gol. Aos 11 minutos George Lucas cobrou falta em direção ao gol. Breitner, impedido, vai para a bola e resvala nela, que passa direto pelo goleiro. O bandeirinha anulou a jogada. Seis minutos depois, foi a vez de o Guarani assustar em cobrança de falta, mas com dificuldade, Felipe defendeu.

As bolas paradas continuavam sendo a principal arma santista e aos 18 minutos Madson bateu falta e o goleiro espalmou para escanteio. Após a cobrança, Breitner divide e mesmo assim cruza para André que cabeceia para boa defesa do goleiro. Juliano ainda trabalharia novamente, aos 25, quando George Lucas cobrou escanteio bastante fechado e quase marca gol olímpico.

A essa altura o jogo já era todo do Santos, que dominava as ações no campo ofensivo. Aos 30, George Lucas deu mais um de seus ótimos cruzamentos, André mergulhou e cabeceou para estupenda defesa de Juliano. O lance, porém, estava parado, por mais um impedimento de André.

Aos poucos, o Guarani reequilibrou a partida, e aos 37, o lateral-direito Da Silva tabelou com Anderson Costa que fez bem a jogada de pivô. O lateral saiu na cara de Felipe, mas bateu mal. Logo na sequência o Santos respondeu com Breitner dando lindo passe de calcanhar para Rodriguinho, da entrada da área bater forte para outra defesa de Juliano.

Segundos antes de o primeiro tempo acabar, Breitner bateu falta que quase encobriu o goleiro, que fez outra defesa na partida.

As equipes voltaram sem mudanças para o segundo tempo, e o primeiro lance de perigo aconteceu aos cinco minutos, quando Fabinho Romão bateu forte de fora da área e Felipe se esticou para fazer bela defesa. No minuto seguinte Da Silva desceu pela direita e bateu bola que desviou em Bruno Aguiar, enganando o goleiro santista e abrindo o placar: 1 a 0, para o Guarani.

A vantagem do Guarani durou pouco. Cinco minutos depois o principal (ou único) toque de classe do meio de campo santista que esteve em Campinas, Breitner bateu falta magistral, tirando da barreira, para empatar o confronto: 1 a 1. Quatro minutos depois foi a vez de Madson tentar o gol em cobrança de falta, mas Juliano defendeu. O que voltou a fazer dois minutos mais tarde, em chute, sem ângulo, de Madson.

O Santos pressionava e aos 18 minutos Breitner desceu pela esquerda e a bola sobrou para Madson, dentro da área bater forte para outra boa defesa de Juliano, que deu rebote, mas se recuperou e ficou com a bola. Deu resultado, e aos 20 minutos Alex Sandro começou a jogada e cruzou. A bola foi parar com George Lucas do lado direito. Mais um ótimo cruzamento foi efetuado, e Alex Sandro bateu forte, sem marcação, para virar o placar: 2 a 1, Santos.

Logo após o gol, Dorival Júnior efetuou as primeiras alterações. André e Breitner saíram para as entradas de Marcel e Giovanni, respectivamente. Assim, nenhum dos jogadores que estavam na linha do Santos foram revelados nas categorias de base do clube, e coincidentemente ou não, a qualidade do jogo santista caiu.

Mas Giovanni e Madson ainda estavam em campo, e aos 28, Madson tabelou com Giovanni que deixou o baixinho na cara do gol. Mesmo com a perna direita, Madson bateu forte, a bola bateu na trave e não entrou por detalhe. Dorival mudou de novo, com Madson saindo para a entrada de Zezinho.

Pouco depois que entrou, o garoto santista foi injustiçado pelo árbitro. Maycon deu uma gravata em Zezinho, que se revoltou e tomou uma cabeçada. O juiz, porém, expulsou os dois. Com isso, Zezinho pouco teve tempo de mostrar futebol. O clima estava quente...

Aos 42 minutos do segundo tempo Giovanni voltou a mostrar que quem conhece nunca esquece. Dominou na intermediária ofensiva, deu lindo drible no marcador e tocou para Marcel, que bateu fraco na saída do goleiro, dando tempo para o zagueiro tirar. Quem não faz... E um minuto depois Richard Falcão aproveitou o cruzamento, subiu bonito e empatou a partida: 2 a 2.

Já nos acréscimos, Mário Lúcio fez linda jogada pela esquerda e cruzou para Richard Falcão, que já sem goleiro, empurrou a bola para a rede para se tornar o nome do jogo e dar nova reviravolta no placar: 3 a 2 para o Guarani.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Testando o coração dos torcedores - Inter x Pelotas

No último domingo o Inter recebeu o time do Pelotas para decidir o título do segundo turno do Campeonato Gaúcho. Por sinal, a torcida do Lobo marcou presença no Beira Rio, os torcedores ocuparam todo o seu espaço, cantaram muito e fizeram uma festa muito bonita, parabéns!
Já em campo a festa não foi tão bonita. Não pros colorados.

Ninguém esperava. Ninguém, por mais pessimista que seja, esperava que antes do fim do primeiro tempo nós estaríamos perdendo o jogo por 2x0, em dois lances ridículos de tão fáceis pro adversário.
Beira Rio lotado. Torcida cantando. E os caras me deixam isso acontecer? Foi inacreditável. Mas, por um milagre dos deuses do futebol, Bolívar marca o primeiro gol colorado da partida ainda no primeiro tempo - o que, na minha humilde opinião, foi o que salvou, o que deu ânimo para o que aconteceu na etapa complementar.

No intervalo todo mundo esperava uma mudança drástica para o segundo tempo. Mas Fossati, espertalhão que só ele, não modificiou a equipe. Walter? D'Alessandro? PRA QUÊ, NÉ? Nem precisava... Resolveu ver se só uma gritaria no intervalo surtiria efeito.

Pois bem. Ele foi obrigado a mudar no time. Torcida pediu. Deus quis. Walter entrou. O time começou a ir mais pra frente - com três atacantes era o mínimo né. Mas faltava a maldita finalização. Que só foi vir quando o técnico colorado fez suas outras alterações, tirou Taison e Andrezinho e colocou D'Alessandro e Edu. Os nomes dos gols da virada colorada.
D'Ale empatou num golaço e ficou enlouquecido de tanto comemorar. Edu fez o terceiro gol poucos minutos depois. Virada incrível. Título é nosso.
Grenal semana que vem.


Mas que sofrimento.


Por,

Raquel Saliba correndo, correndo, correndo.